Pages

Subscribe Twitter Facebook

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Os 7 pecados capitais de blogar

Se você tem um blog, a má notícia é que você possui milhões de competidores. A boa é que a maioria deles é ruim.

Os problemas continuam reincidentes, impedindo os blogueiros de construir uma real audiência para o que têm a dizer. E você? Você comete alguns destes sete pecados capitais com o seu conteúdo?

1. Egoísmo


Esse é o maior deles.

Veja como fazer dinheiro com mídia social:

Você distribui informação de valor. Talvez isso resolva um problema importante. Talvez faça as pessoas rirem. Talvez torne a vida menos tediosa para milhões que estão tendo um dia daqueles. Tanto faz.

Você distribui. E, amanhã, distribui um pouco mais. E, no dia seguinte, dá mais.

Depois de muita distribuição, você propõe uma ótima oferta e pede algo em retorno. E uma pequena parcela da sua audiência vai responder.

Como isso pode funcionar? Porque se o que você oferece é valioso o bastante, vai atrair muitas pessoas. Dá quase o mesmo trabalho oferecer bom conteúdo para milhões de usuários ou para um só. Mas para cada leitor individual você está dando muito mais do que está pedindo.

Essa é a razão pela qual muitos esquemas de "fique rico rapidamente" não funcionam, e porque eles não vão conseguir se adaptar à mídia social. Eles só pensam em falar, não em oferecer.

2. Preguiça


Essa é a razão pela qual eu não lido mais com mídia social e não presto consultoria de marketing de conteúdo. Na milésima vez em que eu ouvi um cliente dizer, "mas parece que dá muito trabalho", meu cérebro explodiu.

Sabe o que dá muito trabalho? Carregar e cimentar tijolos. 12 horas por dia, 7 dias por semana, 52 semanas por ano. Talvez depois de alguns anos de sucesso, você se dê um final de semana de folga.

Em contrapartida, lidar com um negócio baseado em conteúdo é muito divertido, com custos operacionais lindamente baixos, poucos funcionários, não tanto estresse (por comparação) e, sim, menos trabalho.

Não é sem trabalho. É menos trabalho.

3. Impaciência


Eu não acredito que haja um blogueiro no mundo que não tenha se sentido frustrado na marca de três ou seis meses, quando as coisas não estavam se movendo tão rápido quanto se queria.

Leva algum tempo para se construir uma audiência, e o tempo é o seu amigo. Muitos de nós não decolam como foguetes. Nós construímos devagar no início, e a bola de neve começa a crescer.

Se você não está com a audiência que quer, pergunte-se:

  • O meu tópico é realmente interessante para alguém além da minha mãe e do meu gato?
  • Eu dou aos leitores mais do que eu espero receber deles?
  • Estou trabalhando para cultivar uma rede de blogueiros com ideias similares, e apoiar seus trabalhos como espero que apoiem o meu?


Se suas respostas foram sim, você precisa de um pouco de paciência. Talvez de uma boa dose de teimosia. Sério, eu sei que não é fácil. Leia The Dip para se manter motivado enquanto chega lá.

4. Pouca Qualidade


Blogar não é como a propaganda tradicional, na qual você gasta mais dinheiro para alcançar mais globos oculares. No marketing da mídia social, a moeda que você paga é ser totalmente incrível.

Se o seu conteúdo é ruim, você não vai achar uma audiência e sua mensagem não vai "pegar". Se o seu conteúdo é fantástico, você vai encontrar uma audiência com um tamanho legal, que adora o que você tem a dizer. Muitas dessas pessoas vão ficar felizes em te dar dinheiro para receber mais aquilo que você tem a oferecer, seja na forma de um e-book, de uma consultoria, de um site de grupos variados, ou apenas de uma camiseta.

Para parafrasear Zig Ziglar, vendedor e orador motivacional, blogueiros ruins têm filhos magrelos.

5. Identificação


Muitos podem discordar, mas eu acho totalmente normal começar seu blog querendo ser uma outra pessoa. Talvez porque eu tenha começado meu primeiro blog querendo ser Seth Godin.

Eu não me transformei no Seth (o cabelo não ia me cair bem, de qualquer forma), mas eu encontrei uma audiência maravilhosa e um nicho no qual eu pude fazer contribuições reais.

É ótimo ser inspirado por um blogueiro. Mas para criar sua própria audiência e seu próprio lugar no universo blogueiro, você terá que achar sua própria voz.

Por que não em vez de ser:


Talvez você seja um problogger para drag queens, ou o Chris Brogan dos cuidados de saúde.

Inspire-se em outros, mas encontre seu próprio lugar.

De forma interessante, esse lugar é, muitas vezes, definido pelas pessoas para as quais você se apresenta. Pense mais nelas.

6. Irrelevância


É simpático colocar seu coração em seu conteúdo para introduzir sua personalidade nele, para se apresentar com um ser humano real e amigável.

Mas o jogo ainda não é sobre você.

Algumas pessoas são naturalmente atraídas para tópicos com os quais outras pessoas se importam. Outras não. Não tente vender sorvete de brócolis, mesmo que seja o seu favorito.

7. Rudeza


Ser rude é algo que geralmente vem de algum dos outros pecados capitais, sendo egoísmo o mais comum.

Sabe aquele cara em uma festa que se recusa a ficar quieto? Aquele que fica palestrando no seu ouvido durante 45 minutos sobre suas figurinhas do Warcraft, sem perceber que você está desesperadamente desejando uma pílula de cianeto para acabar com aquilo tudo silenciosamente?

Não seja esse cara.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

As pessoas pedem demissão de seus chefes, não das empresas

Gerência não é liderança ou liderança não é gerência? Bom, o que importa saber é que uma, definitivamente, não é igual a outra. Se você não concordou com esta sentença, certamente você é um gerente!

Infelizmente já vi muitos profissionais donos de diplomas, certificações e títulos vistosos importantes que só se preocupam em administrar, e não em liderar. Que se preocupam mais com os processos e esquecem das pessoas. Profissionais assim só se preocupam em manter a ordem e o controle, deixando em segundo ou terceiro plano coisas como: qualidade do trabalho, qualidade do ambiente de trabalho, convivência entre as pessoas e muitos outros aspectos sociais.

Na maioria das vezes as pessoas que estão sendo administradas por este tipo pedem demissão de seu chefe. Isso mesmo, não pedem demissão da empresa, mas sim do chefe. Estão, de certa forma, dizendo basta a um gerente ineficaz ou incompetente.

Liderar é servir

Liderança está longe de ser uma forma de comando e controle. Um líder não controla as pessoas; um líder deve favorecer a criação de um ambiente para que as pessoas criem, evoluam e tomem decisões por elas mesmas sem medo de serem repreendidas ou podadas. O líder deve inspirar confiança. Liderar significa conquistar as pessoas e envolvê-las para que coloquem toda sua criatividade, emoção e coração para a realização de um objetivo em comum.

Liderar não é necessariamente o papel do seu chefe. Não é preciso ser chefe, ou hierarquicamente superior, para ser um líder e influenciar outras pessoas a terem mais empenho e dedicação. Liderança é a capacidade de influenciarmos as outras pessoas para um bem comum.

Se você está disposto a se tornar um ou melhorar como líder, lembre-se de que precisa estar mais disposto ainda a mudar e a aceitar mudanças. É impossível evoluir e melhorar sem mudar; seria loucura esperar um resultado diferente fazendo a mesma coisa de sempre. Você está disposto a mudar?

É muito fácil responder que sim, que se está disposto a mudar, mas a prática é muito difícil. Conseguir sair do seu pequeno universo, sua zona de conforto e entrar num mundo completamente novo e desconfortável é um desafio enorme e requer muita força de vontade e dedicação. Um líder não nasce líder, um líder se faz com muita dedicação, sinceridade, honestidade e força de vontade.

Lembre-se sempre: Gerência é o que fazemos, liderança é quem somos!

Será que você tem sido um bom líder? Olhe a sua volta, veja como estão as pessoas que você liderou, estão bem? Evoluíram e cresceram? Se tornaram pessoas ou profissionais melhores? Ou será que pediram demissão de você? Você saberá o resultado da sua avaliação rapidinho.

Fonte: imasters.com.br