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domingo, 29 de novembro de 2009

Vale a pena ter mais de um cartão de crédito?

Baixa renda se sente confortável no uso do cartão de crédito, revela pesquisa

A maioria da população de classe baixa se sente confortável no uso do cartão de crédito, revelou uma pesquisa realizada pelo Data Popular.

Na classe C, 52,3% disseram que se sentem muito confortáveis ou apenas confortáveis no uso do plástico, mesma resposta dada por 45,1% da classe D e por 48,8% da classe E.

O estudo diz que o cartão de crédito é sinônimo de credibilidade e, por isso, os consumidores se sentem confortáveis em usá-los.

O cartão ainda se dissemina entre as classes de menor renda porque, com ele, é possível ter acesso a crédito sem ter de fazer um pedido a uma financeira, o que desagrada esta população.

Na classe C, 78,4% das pessoas se sentem desconfortáveis ou muito desconfortáveis ao pedir dinheiro para uma financeira, ante 80,8% na classe C e 82,8% na E.

Os dados mostram que, na percepção dos brasileiros de menor poder aquisitivo, as financeiras têm os juros mais altos do mercado.

Segundo pesquisa da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), a taxa de juros ao mês do empréstimo pessoal foi de 5,06% em outubro, ante 10,68% do cartão de crédito, a maior registrada.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Profissionais são responsáveis por ambiente de trabalho

Estresse e mau humor são ocorrências recorrentes no ambiente de trabalho. Além de prejudicarem a performance profissional, eles refletem direto na vida pessoal das pessoas. Mas ao contrário do que pode sugerir o senso comum, o ambiente de trabalho não vem pronto, oferecido como pacote de benefícios pela empresa, numa equação em que cabe a cada um se adaptar. Há quem aposte que ele é construído e todo profissional pode contribuir positiva ou negativamente nesse processo. Se isso é verdade, de que forma você pode contribuir para melhorar seu ambiente de trabalho?

Lílian Graziano, professora de Gestão de Pessoas da Trevisan Escola de Negócios, aposta nessa tese e destaca o papel individual de cada um na obtenção de um ambiente de trabalho agradável. "Quem constrói a cultura das organizações são as pessoas que nela trabalham. Portanto, a responsabilidade individual é maior do que a institucional", diz. Na opinião dela, simples ações e comportamentos podem transformar hostilidade em passividade. "Basta ter a percepção dessa capacidade, entender que a fonte de controle da vida do profissional depende exclusivamente dele, além de ter vontade de mudar", acredita Lílian.

Mas antes de tentar alterar o ambiente externo, Jamille Barbosa Cavalcante Pereira, professora de formação de gestão humana e social da Universidade Mackenzie, recomenda que os profissionais se conheçam. "É preciso saber o que quer, o que gosta e quais são os seus objetivos. Até porque nenhum ambiente vai ser bom para uma pessoa que não sabe ao menos responder esses questionamentos", explica ela, que enfatiza a importância do gerenciamento dos próprios desejos e expectativas. "A empresa até pode gerenciar as questões de infraestrutura e propiciar condições saudáveis nesse aspecto, mas se o profissional não fizer a parte dele, de nada adiantará esse esforço", acrescenta.

Com a definição das metas profissionais, a busca pela construção de um ambiente de trabalho agradável demanda que o profissional identifique se tais metas estão ou não associadas à empresa em que trabalha. "Se a resposta for não, o momento exige uma mudança de emprego, função ou área", sugere Jamille. "A falta de ânimo para levantar e trabalhar é um dos indícios que representam essa necessidade de transformação", exemplifica ela. Caso contrário, a professora orienta que se faça uma avaliação do ambiente de trabalho para que haja adequação da situação atual. "Procure identificar os elementos que contribuem para a 'contaminação' do local em que trabalha e identifique o que você pode fazer para que eliminar esses fatores ou mesmo para que eles não o afete", aponta ela.

Quando não se consegue perseguir esse caminho sozinho, Mariângela Cifelli, caçadora de talentos da Page Personnel - Recrutamento Especializado e Gestão de Mão-de-Obra - aconselha uma conversa com o gestor. "Vale procurar os superiores em busca de auxílios e até mesmo soluções. O que não pode é permanecer desmotivado", afirma ela. Para Mariângela, essa comunicação entre subordinado e chefe deve ser constante. "Juntos podem transformar o ambiente de trabalho muito mais rápido", acrescenta.

Repense sua atitudes

Qual seria o ambiente de trabalho ideal para você? Enquanto alguns vislumbram atuar em empresas que oferecem salão de jogos, espaços para massagens e ginástica laboral para os funcionários, outros se contentam com o espaço do café para ter o famoso momento de descontração. Não importam quais serão as ferramentas adotadas, basta que o espaço empresarial seja estimulante, descontraído e alegre, onde os profissionais possam se dedicar a atividades produtivas, sem descuidar da saúde. É o que diz Mariângela. "Ambiente que pode ser construído, inclusive, sem nenhum desses aparatos. O segredo é ter bom humor", resume ela.

Segundo a professora da Trevisan, um dos caminhos em direção ao ambiente de trabalho ideal está relacionado ao cultivo de emoções positivas. "São sensações, tais como perdão, alegria e gratidão, que promovem as relações sociais", exemplifica Lílian. Ela orienta que os profissionais substituam sentimentos negativos pelos positivos. "Desenvolva o perdão ao invés da raiva, ódio ou revanche. Seja mais cordial com as pessoas, cumprimente e ajude sempre que possível. Além de melhorar convivência, amplia sua rede de relacionamentos que poderá ser muito útil a seu futuro profissional", declara ela.

É preciso ainda saber contornar o estresse e as adversidades do dia-a-dia profissional. "As cobranças e alguns descontentamentos existem, até porque esses elementos são inerentes ao mundo dos negócios", afirma Jamille, que ressalta a importância de se ter maturidade para controlar as próprias emoções. Em momentos de nervosismo, por exemplo, Lílian recomenda cautela. "A impulsividade não ajudará em nada, só congestionará ainda mais o clima organizacional. Espere os ânimos se acalmarem para refletir sobre o ocorrido e tomar a decisão mais apropriada", sugere a professora da Trevisan. De acordo com Jamille, a cidadania e o respeito contribuem para a construção de um clima mais ameno diante de tantas preocupações.

As professoras reconhecem que a tarefa não é fácil, mas garantem que a prática diária poderá incorporar o processo nas ações habituais. "Identifique suas dificuldades e tente mudá-las aos poucos. No final de cada dia faça auto-avaliação dos erros e acertos e estipule as metas para o próximo dia", recomenda Lílian. Para ela, a colaboração de um amigo também pode ser fundamental nesse processo. "Com o retorno de uma terceira pessoa será possível identificar vícios que passam desapercebidos da auto-avaliação", explica.

Cuidado, no entanto, com os colegas de trabalho pessimistas. Segundo Mariângela, a convivência com esses profissionais provoca a proliferação do mau humor. "Em qualquer ambiente de trabalho tem pessoas negativas - que adoram fazer fofocas e intrigas -, mas há também aquelas alegres. Portanto, opte em se aproximar daquelas que poderão de certa forma te trazer algum benefício", sugere ele. A caçadora de talentos propõe que se tenha bom relacionamento - não só com o líder, mas com os pares também. "Procure sempre trabalhar com o otimismo e trazer sugestões e soluções para o negócio. Livre-se da gastrite, depressão, ansiedade, perda de apetite, dor muscular e outros problemas", afirma ela.

Jamille sugere ainda que as pessoas aproveitem o tempo do café para alongar o corpo e prepará-lo para o restante da jornada de trabalho mesmo que a empresa não adote um programa de melhoria na qualidade de vida no ambiente de trabalho. "Faça intervalos no decorrer do dia para descontrair o ambiente e tomar um fôlego da rotina cansativa. Converse com os colegas, conte piadas ou até mesmo pare para tomar café ou água. Essas pausas podem descontrair o ambiente e aumentar a produtividade. Cuidado, no entanto, com os exageros", diz Jamille, que recomenda ainda maior equilíbrio entre vida e o trabalho. "Tenha uma boa alimentação e extravase a tensão do trabalho com a prática de esportes ou lazer no tempo livre", acrescenta a professora da Mackenzie.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Talentos estão em falta?

É quase como um rótulo: foco em objetivos, visão de negócio e de resultados, capacidade de se comunicar e negociar, mobilidade e adaptação, criatividade e auto-iniciativa são pré-requisitos para um número cada vez maior de requisições e não só no campo gerencial. Mesmo atividades de execução, muitas vezes, primam por esses requerimentos e isso vale para aproximadamente 50% das vagas no mercado de trabalho hoje.

Porém, essas competências não estão presentes em todo mundo. Talvez em apenas 15% da população elas apareçam como predominantes. Isso cria um paradoxo, pois se aproximadamente 50% das vagas no mercado de trabalho requerem um tipo de perfil que aparece em apenas 15% da população, como fazer para suprir essa necessidade?

E é por isso que pessoas com esse tipo de perfil são as mais voláteis, ou, em outras palavras, são exatamente os talentos difíceis de serem mantidos. Por quê? Porque o mercado os quer. Aliás, ocorre um fenômeno interessante: as pessoas que a empresa quer manter são as que têm a tendência de irem embora e, as que a empresa não se incomodaria se fossem embora são as que acabam ficando.

O que fazer então? A resposta está no desenvolvimento de cada indivíduo. As pessoas podem mudar seu estilo comportamental e desenvolver competências específicas, que não naturais em seu self, mas que irão aparecer em sua personna. A manutenção de uma máscara, tanto social como profissional, é possível se os fatores motivadores do indivíduo forem devidamente estimulados. Em outras palavras, ele tem que desejar a mudança. E muito.

Imaginemos uma pessoa gorda que deseja emagrecer. A maioria dos gordos deseja isso, no entanto, a obesidade é um problema que só cresce. Então, só desejar não é suficiente. É preciso desejar muito, muito mesmo, até que esse desejo se transforme em ação. Para isso, é preciso focar o desejo, a vontade de mudar. Mudanças são difíceis, trabalhosas (é por isso que dietas são quebradas, programas de ginástica são interrompidos, etc.). Essas são as barreiras que precisam ser vencidas. É possível? Sem dúvida.

A questão é: como obter esse tipo de mudança em uma escala profissional, de modo a atingir um grande número de pessoas em um curto espaço de tempo?

Há tecnologias disponíveis no mercado que permitem um processo de avaliação de competências comportamentais necessárias versus competências existentes no perfil de cada indivíduo. Sistemas de Análise de Perfil Pessoal (ou PPA, sigla de Personal Profile Analysis) auxiliam o gestor a identificar as necessidades em cada indivíduo e a traçar um plano de desenvolvimento adequado. Entretanto, só isso não basta. Como já foi dito, é preciso que o indivíduo deseje a mudança. Ele precisa se projetar, se ver naquele novo papel e gostar da projeção.

Uma forma de se conseguir isso é por meio de um programa de coaching. Para pequenos grupos ou necessidades pontuais, o coaching presencial é interessante, mas para grandes grupos, muitas vezes dispersos geograficamente, a solução está no e-coaching, uma nova forma de prover e monitorar o auto desenvolvimento dos indivíduos, ajudando-os e orientando-os em seus processos de mudança comportamental.

Essa tecnologia permite que cada indivíduo tenha seu plano de desenvolvimento acompanhado por um software que gerencia o processo. Como se trata de um programa informatizado, seu custo é muito mais interessante para grandes grupos de treinados, pois o custo unitário é muito menor que um processo de coaching presencial, além de permitir que dezenas e mesmo centenas de pessoas estejam no programa simultaneamente.

Resumindo, a necessidade de novos padrões de perfil comportamental no mercado moderno mais a dificuldade cada vez maior de encontrá-los entre a população, impõe aos empresários e gestores um novo desafio: formar, moldar pessoas de modo a atenderem as novas e cada vez mais dinâmicas necessidades do mercado de trabalho moderno.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

As duas faces da moeda: A bagunça pode prejudicar o rendimento profissional?

Pare agora por alguns segundos e olhe ao redor da sua mesa do computador. Então, ela está organizada ou está cheia de papéis e canetas espalhadas, livros e documentos empilhados, ou seja, uma bagunça? Muitos especialistas afirmam que manter o ambiente de trabalho organizado gera melhor desempenho profissional e facilita o andamento das tarefas no decorrer do dia.

O consultor do IDORT/SP, Édson Herrero, revela que tudo faz a diferença na hora de buscar um espaço físico de trabalho mais saudável e leve. “A desorganização física gera desorganização mental e, portanto, perda de concentração, produtividade, criatividade, serenidade e paz no ambiente do trabalho. Um ambiente físico, minimamente cuidado, limpo, organizado e planejado, faz toda a diferença na obtenção de mais e melhores resultados, além, é claro, de prevenir o estresse”.

Só que em alguns casos, não são apenas os funcionários que necessariamente são os principais causadores de um ambiente desordenado. Muitas vezes a própria corporação não colabora para um ambiente mais organizado. Ainda é recorrente em empresas de diversos portes, encontrar pilhas de papéis e documentos à espera de arquivamento.

Édson Herreo diz que o melhor a fazer é que os colegas de trabalho se unam para achar um meio factível de organização no ambiente, apesar dos estilos diferentes de cada pessoa. “Sabemos também que as pessoas têm manias e jeito de ver as coisas muito distintas, para alguns, a organização e a disciplina no ambiente de trabalho não fazem o menor sentido, para outros, no entanto, o dia não acontece sem o mínimo de organização, mas é preciso arrumar um ‘meio termo’ para eliminar o excesso de materiais sem utilidade aglomerado”.

Laudemir Valente, CEO da Novateccorp, aponta que o avanço da tecnologia fez com que o arquivamento on-line se tornasse outra forma de solucionar os problemas do acúmulo de papéis para as corporações. “Ao digitalizar e arquivar eletronicamente os documentos, departamentos e empresas ganham mais agilidade e segurança na manipulação das informações. De forma eficiente é possível dar um fim na papelada e ainda colaborar positivamente no desempenho dos profissionais, dos setores e das empresas”, finaliza.

Muitas vezes, o rendimento de um profissional pode melhorar com simples cronogramas e um gerenciamento do tempo e das atividades mais concretas. Édson Herrero aponta algumas dicas para as pessoas que querem, mas não conseguem ser organizadas no trabalho.

• Planeje seu dia fazendo uma lista de prioridades;

• Siga a lista;

• Não burle o planejado;

• Identifique os recursos mínimos que você necessitará para cumprir o planejado (sala, equipamentos, recursos virtuais, telefone, pessoas, prazos, fluxos e etc.);

• Priorize o importante e não o urgente. Lembre-se: o importante é seu, o urgente é do outro que não se planejou;

• O ambiente físico do trabalho deve ser confortável, acessível e seguro para você, sem, no entanto, invadir o espaço aéreo dos colegas que também tem seu próprio estilo. O ambiente de trabalho é coletivo, portanto, negocie sempre;

• Faça sua parte: guarde, arrume, esvazie, recicle, limpe e etc. Isto vale para sua área de trabalho e, também, para áreas comuns, como banheiros, restaurante, corredores, estações de trabalho, espaço do café, pc´s e notebooks, entre outros. As equipes responsáveis pela limpeza dos ambientes no local de trabalho são colaboradores como você (geralmente tercerizados), elas obedecem a um fluxo de trabalho e não executam trabalho escravo. Exerça seu papel cidadão dentro da empresa.

A organização no ambiente de trabalho começa por dedicar-se, entre outras coisas, a gerenciar o tempo e o espaço.

A rejeição em relação à bagunça é muito comum, principalmente, no mundo corporativo. Mas, Eric Abrahamson e David Freedman, autores do livro “Uma Bagunça Perfeita”, relatam que é possível tirar proveito da desorganização e que em diversas situações ela pode ser mais vantajosa e mais prática do que a própria ordem.

Os autores ressaltam que, desde que sejam mantidas em um nível razoável, as diversas pilhas sobre a mesa bagunçada podem representar um sistema informal e sofisticado de arquivamento que oferece mais eficiência e flexibilidade do que um arquivo com gavetas pode oferecer. Nesses casos, os donos de mesas desarrumadas têm tipicamente pilhas separadas para documentos urgentes, menos urgentes e não urgentes.

As pessoas com mesas desarrumadas reúnem várias estratégias diferentes, com freqüência de modo inconsciente, para manter à mão o trabalho que precisam. Em geral, a mesa desorganizada tende a assumir um formato no qual os assuntos mais importantes e urgentes ficam mais próximos e no alto das pilhas, enquanto os assuntos que podem ser desprezados com segurança ficam longe e embaixo de tudo”, ressaltam os autores.

Abrahamson e Freedman citam como o padrinho da ciência da bagunça Albert Einstein. “A mesa de Einstein no Institute for Advanced Study em Princeton, Nova Jersey, encontrava-se permanentemente confusa de acordo com todos os relatos pessoais e fotográficos. Ele é um bom exemplo, pois é amplamente aceito como alguém muito competente no que faz”, apontam os estudiosos.

Em seu livro, argumentam também que os sistemas mais desorganizados se adaptam e mudam mais rápido, mais radicalmente e de maneira mais variada e ampla. Já os sistemas organizados tendem a responder com mais rigidez e lentidão às exigências da mudança, aos eventos inesperados e a novas informações.

Exemplo de bagunça produtiva

O livro “Uma Bagunça Perfeita” explora que existe um custo de manter uma mesa arrumada. Para isso, é necessário arquivar, jogar fora ou entregar a outras pessoas os papéis em cima das mesas, o que leva tempo para essa organização. E esse tempo será deduzido do período que passa efetivamente trabalhando.

Selecionamos um dos vários exemplos do livro sobre a questão: tempo versus organização e seu contraponto:

“Izsak afirma ser capaz de provar que a organização compensa por meio de uma pequena demonstração que ele gosta de inserir na sua apresentação. Na demonstração, ele pega dois baralhos, um embaralhado e o outro ordenado por naipe e hierarquia, e entrega cada um deles para uma pessoa diferente. Em seguida, chama o nome de quatro cartas e pede às duas pessoas que tentem encontrar as cartas o mais rápido possível. Naturalmente, o baralho ordenado vence com facilidade.

Mas quem colocou o baralho em ordem? Uma pequena experiência com pessoas relativamente habilidosas com as cartas revela que, em média, são necessários cerca de 140 segundos para ordenar um baralho, mas outros 16 segundos para encontrar quatro cartas no baralho ordenado, o que dá um total de 156 segundos; para encontrar quatro cartas em um baralho não ordenados são necessários 35 segundos.

Alguém poderia argumentar que só é preciso ordenar o baralho uma vez, e que depois podemos encontrar as cartas mais rapidamente muitas vezes. No entanto, neste caso, também é preciso contabilizar o tempo necessário para recolocar as quatro cartas em um baralho ordenado, o que equivale cerca de 16 segundos – no caso das cartas, como acontece na maioria das coisas na vida, é preciso um repetido esforço para manter a ordem.

Assim, no caso do baralho pré-ordenado, a pessoa leva 32 segundos para encontrar e recolocar quatro cartas, versus 36 segundos no caso do baralho embaralhado. Isso resultaria que a ordenação do baralho só compensaria se você precisasse repetir pelo menos 35 vezes a tarefa e fosse meticuloso a respeito de manter o baralho em ordem entre as tentativas.”

Pontos de Vista

O www.administradores.com.br resolveu expor dois pontos de vistas acerca da bagunça, reunindo opiniões daqueles que são a favor da organização plena, ou da ‘bagunça sistemática’ para realizar melhor suas tarefas profissionais e pessoais. O que é melhor? No fim das contas, cada pessoa tem sua própria fórmula ideal, aquela que se encaixa com seu estilo e perfil para desenvolver suas atividades com mais eficiência e eficácia. O desafio de cada profissional é o de não se deixar prejudicar pelas consequências negativas que o excesso de bagunça ou a obsessão por organização podem provocar.

Fonte: Administradores.com

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Aviso!!!

Estou arrumando a nova caro da blog, então logo logo novidades!!!


Abs