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domingo, 29 de novembro de 2009

Vale a pena ter mais de um cartão de crédito?

Baixa renda se sente confortável no uso do cartão de crédito, revela pesquisa

A maioria da população de classe baixa se sente confortável no uso do cartão de crédito, revelou uma pesquisa realizada pelo Data Popular.

Na classe C, 52,3% disseram que se sentem muito confortáveis ou apenas confortáveis no uso do plástico, mesma resposta dada por 45,1% da classe D e por 48,8% da classe E.

O estudo diz que o cartão de crédito é sinônimo de credibilidade e, por isso, os consumidores se sentem confortáveis em usá-los.

O cartão ainda se dissemina entre as classes de menor renda porque, com ele, é possível ter acesso a crédito sem ter de fazer um pedido a uma financeira, o que desagrada esta população.

Na classe C, 78,4% das pessoas se sentem desconfortáveis ou muito desconfortáveis ao pedir dinheiro para uma financeira, ante 80,8% na classe C e 82,8% na E.

Os dados mostram que, na percepção dos brasileiros de menor poder aquisitivo, as financeiras têm os juros mais altos do mercado.

Segundo pesquisa da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), a taxa de juros ao mês do empréstimo pessoal foi de 5,06% em outubro, ante 10,68% do cartão de crédito, a maior registrada.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Profissionais são responsáveis por ambiente de trabalho

Estresse e mau humor são ocorrências recorrentes no ambiente de trabalho. Além de prejudicarem a performance profissional, eles refletem direto na vida pessoal das pessoas. Mas ao contrário do que pode sugerir o senso comum, o ambiente de trabalho não vem pronto, oferecido como pacote de benefícios pela empresa, numa equação em que cabe a cada um se adaptar. Há quem aposte que ele é construído e todo profissional pode contribuir positiva ou negativamente nesse processo. Se isso é verdade, de que forma você pode contribuir para melhorar seu ambiente de trabalho?

Lílian Graziano, professora de Gestão de Pessoas da Trevisan Escola de Negócios, aposta nessa tese e destaca o papel individual de cada um na obtenção de um ambiente de trabalho agradável. "Quem constrói a cultura das organizações são as pessoas que nela trabalham. Portanto, a responsabilidade individual é maior do que a institucional", diz. Na opinião dela, simples ações e comportamentos podem transformar hostilidade em passividade. "Basta ter a percepção dessa capacidade, entender que a fonte de controle da vida do profissional depende exclusivamente dele, além de ter vontade de mudar", acredita Lílian.

Mas antes de tentar alterar o ambiente externo, Jamille Barbosa Cavalcante Pereira, professora de formação de gestão humana e social da Universidade Mackenzie, recomenda que os profissionais se conheçam. "É preciso saber o que quer, o que gosta e quais são os seus objetivos. Até porque nenhum ambiente vai ser bom para uma pessoa que não sabe ao menos responder esses questionamentos", explica ela, que enfatiza a importância do gerenciamento dos próprios desejos e expectativas. "A empresa até pode gerenciar as questões de infraestrutura e propiciar condições saudáveis nesse aspecto, mas se o profissional não fizer a parte dele, de nada adiantará esse esforço", acrescenta.

Com a definição das metas profissionais, a busca pela construção de um ambiente de trabalho agradável demanda que o profissional identifique se tais metas estão ou não associadas à empresa em que trabalha. "Se a resposta for não, o momento exige uma mudança de emprego, função ou área", sugere Jamille. "A falta de ânimo para levantar e trabalhar é um dos indícios que representam essa necessidade de transformação", exemplifica ela. Caso contrário, a professora orienta que se faça uma avaliação do ambiente de trabalho para que haja adequação da situação atual. "Procure identificar os elementos que contribuem para a 'contaminação' do local em que trabalha e identifique o que você pode fazer para que eliminar esses fatores ou mesmo para que eles não o afete", aponta ela.

Quando não se consegue perseguir esse caminho sozinho, Mariângela Cifelli, caçadora de talentos da Page Personnel - Recrutamento Especializado e Gestão de Mão-de-Obra - aconselha uma conversa com o gestor. "Vale procurar os superiores em busca de auxílios e até mesmo soluções. O que não pode é permanecer desmotivado", afirma ela. Para Mariângela, essa comunicação entre subordinado e chefe deve ser constante. "Juntos podem transformar o ambiente de trabalho muito mais rápido", acrescenta.

Repense sua atitudes

Qual seria o ambiente de trabalho ideal para você? Enquanto alguns vislumbram atuar em empresas que oferecem salão de jogos, espaços para massagens e ginástica laboral para os funcionários, outros se contentam com o espaço do café para ter o famoso momento de descontração. Não importam quais serão as ferramentas adotadas, basta que o espaço empresarial seja estimulante, descontraído e alegre, onde os profissionais possam se dedicar a atividades produtivas, sem descuidar da saúde. É o que diz Mariângela. "Ambiente que pode ser construído, inclusive, sem nenhum desses aparatos. O segredo é ter bom humor", resume ela.

Segundo a professora da Trevisan, um dos caminhos em direção ao ambiente de trabalho ideal está relacionado ao cultivo de emoções positivas. "São sensações, tais como perdão, alegria e gratidão, que promovem as relações sociais", exemplifica Lílian. Ela orienta que os profissionais substituam sentimentos negativos pelos positivos. "Desenvolva o perdão ao invés da raiva, ódio ou revanche. Seja mais cordial com as pessoas, cumprimente e ajude sempre que possível. Além de melhorar convivência, amplia sua rede de relacionamentos que poderá ser muito útil a seu futuro profissional", declara ela.

É preciso ainda saber contornar o estresse e as adversidades do dia-a-dia profissional. "As cobranças e alguns descontentamentos existem, até porque esses elementos são inerentes ao mundo dos negócios", afirma Jamille, que ressalta a importância de se ter maturidade para controlar as próprias emoções. Em momentos de nervosismo, por exemplo, Lílian recomenda cautela. "A impulsividade não ajudará em nada, só congestionará ainda mais o clima organizacional. Espere os ânimos se acalmarem para refletir sobre o ocorrido e tomar a decisão mais apropriada", sugere a professora da Trevisan. De acordo com Jamille, a cidadania e o respeito contribuem para a construção de um clima mais ameno diante de tantas preocupações.

As professoras reconhecem que a tarefa não é fácil, mas garantem que a prática diária poderá incorporar o processo nas ações habituais. "Identifique suas dificuldades e tente mudá-las aos poucos. No final de cada dia faça auto-avaliação dos erros e acertos e estipule as metas para o próximo dia", recomenda Lílian. Para ela, a colaboração de um amigo também pode ser fundamental nesse processo. "Com o retorno de uma terceira pessoa será possível identificar vícios que passam desapercebidos da auto-avaliação", explica.

Cuidado, no entanto, com os colegas de trabalho pessimistas. Segundo Mariângela, a convivência com esses profissionais provoca a proliferação do mau humor. "Em qualquer ambiente de trabalho tem pessoas negativas - que adoram fazer fofocas e intrigas -, mas há também aquelas alegres. Portanto, opte em se aproximar daquelas que poderão de certa forma te trazer algum benefício", sugere ele. A caçadora de talentos propõe que se tenha bom relacionamento - não só com o líder, mas com os pares também. "Procure sempre trabalhar com o otimismo e trazer sugestões e soluções para o negócio. Livre-se da gastrite, depressão, ansiedade, perda de apetite, dor muscular e outros problemas", afirma ela.

Jamille sugere ainda que as pessoas aproveitem o tempo do café para alongar o corpo e prepará-lo para o restante da jornada de trabalho mesmo que a empresa não adote um programa de melhoria na qualidade de vida no ambiente de trabalho. "Faça intervalos no decorrer do dia para descontrair o ambiente e tomar um fôlego da rotina cansativa. Converse com os colegas, conte piadas ou até mesmo pare para tomar café ou água. Essas pausas podem descontrair o ambiente e aumentar a produtividade. Cuidado, no entanto, com os exageros", diz Jamille, que recomenda ainda maior equilíbrio entre vida e o trabalho. "Tenha uma boa alimentação e extravase a tensão do trabalho com a prática de esportes ou lazer no tempo livre", acrescenta a professora da Mackenzie.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Talentos estão em falta?

É quase como um rótulo: foco em objetivos, visão de negócio e de resultados, capacidade de se comunicar e negociar, mobilidade e adaptação, criatividade e auto-iniciativa são pré-requisitos para um número cada vez maior de requisições e não só no campo gerencial. Mesmo atividades de execução, muitas vezes, primam por esses requerimentos e isso vale para aproximadamente 50% das vagas no mercado de trabalho hoje.

Porém, essas competências não estão presentes em todo mundo. Talvez em apenas 15% da população elas apareçam como predominantes. Isso cria um paradoxo, pois se aproximadamente 50% das vagas no mercado de trabalho requerem um tipo de perfil que aparece em apenas 15% da população, como fazer para suprir essa necessidade?

E é por isso que pessoas com esse tipo de perfil são as mais voláteis, ou, em outras palavras, são exatamente os talentos difíceis de serem mantidos. Por quê? Porque o mercado os quer. Aliás, ocorre um fenômeno interessante: as pessoas que a empresa quer manter são as que têm a tendência de irem embora e, as que a empresa não se incomodaria se fossem embora são as que acabam ficando.

O que fazer então? A resposta está no desenvolvimento de cada indivíduo. As pessoas podem mudar seu estilo comportamental e desenvolver competências específicas, que não naturais em seu self, mas que irão aparecer em sua personna. A manutenção de uma máscara, tanto social como profissional, é possível se os fatores motivadores do indivíduo forem devidamente estimulados. Em outras palavras, ele tem que desejar a mudança. E muito.

Imaginemos uma pessoa gorda que deseja emagrecer. A maioria dos gordos deseja isso, no entanto, a obesidade é um problema que só cresce. Então, só desejar não é suficiente. É preciso desejar muito, muito mesmo, até que esse desejo se transforme em ação. Para isso, é preciso focar o desejo, a vontade de mudar. Mudanças são difíceis, trabalhosas (é por isso que dietas são quebradas, programas de ginástica são interrompidos, etc.). Essas são as barreiras que precisam ser vencidas. É possível? Sem dúvida.

A questão é: como obter esse tipo de mudança em uma escala profissional, de modo a atingir um grande número de pessoas em um curto espaço de tempo?

Há tecnologias disponíveis no mercado que permitem um processo de avaliação de competências comportamentais necessárias versus competências existentes no perfil de cada indivíduo. Sistemas de Análise de Perfil Pessoal (ou PPA, sigla de Personal Profile Analysis) auxiliam o gestor a identificar as necessidades em cada indivíduo e a traçar um plano de desenvolvimento adequado. Entretanto, só isso não basta. Como já foi dito, é preciso que o indivíduo deseje a mudança. Ele precisa se projetar, se ver naquele novo papel e gostar da projeção.

Uma forma de se conseguir isso é por meio de um programa de coaching. Para pequenos grupos ou necessidades pontuais, o coaching presencial é interessante, mas para grandes grupos, muitas vezes dispersos geograficamente, a solução está no e-coaching, uma nova forma de prover e monitorar o auto desenvolvimento dos indivíduos, ajudando-os e orientando-os em seus processos de mudança comportamental.

Essa tecnologia permite que cada indivíduo tenha seu plano de desenvolvimento acompanhado por um software que gerencia o processo. Como se trata de um programa informatizado, seu custo é muito mais interessante para grandes grupos de treinados, pois o custo unitário é muito menor que um processo de coaching presencial, além de permitir que dezenas e mesmo centenas de pessoas estejam no programa simultaneamente.

Resumindo, a necessidade de novos padrões de perfil comportamental no mercado moderno mais a dificuldade cada vez maior de encontrá-los entre a população, impõe aos empresários e gestores um novo desafio: formar, moldar pessoas de modo a atenderem as novas e cada vez mais dinâmicas necessidades do mercado de trabalho moderno.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

As duas faces da moeda: A bagunça pode prejudicar o rendimento profissional?

Pare agora por alguns segundos e olhe ao redor da sua mesa do computador. Então, ela está organizada ou está cheia de papéis e canetas espalhadas, livros e documentos empilhados, ou seja, uma bagunça? Muitos especialistas afirmam que manter o ambiente de trabalho organizado gera melhor desempenho profissional e facilita o andamento das tarefas no decorrer do dia.

O consultor do IDORT/SP, Édson Herrero, revela que tudo faz a diferença na hora de buscar um espaço físico de trabalho mais saudável e leve. “A desorganização física gera desorganização mental e, portanto, perda de concentração, produtividade, criatividade, serenidade e paz no ambiente do trabalho. Um ambiente físico, minimamente cuidado, limpo, organizado e planejado, faz toda a diferença na obtenção de mais e melhores resultados, além, é claro, de prevenir o estresse”.

Só que em alguns casos, não são apenas os funcionários que necessariamente são os principais causadores de um ambiente desordenado. Muitas vezes a própria corporação não colabora para um ambiente mais organizado. Ainda é recorrente em empresas de diversos portes, encontrar pilhas de papéis e documentos à espera de arquivamento.

Édson Herreo diz que o melhor a fazer é que os colegas de trabalho se unam para achar um meio factível de organização no ambiente, apesar dos estilos diferentes de cada pessoa. “Sabemos também que as pessoas têm manias e jeito de ver as coisas muito distintas, para alguns, a organização e a disciplina no ambiente de trabalho não fazem o menor sentido, para outros, no entanto, o dia não acontece sem o mínimo de organização, mas é preciso arrumar um ‘meio termo’ para eliminar o excesso de materiais sem utilidade aglomerado”.

Laudemir Valente, CEO da Novateccorp, aponta que o avanço da tecnologia fez com que o arquivamento on-line se tornasse outra forma de solucionar os problemas do acúmulo de papéis para as corporações. “Ao digitalizar e arquivar eletronicamente os documentos, departamentos e empresas ganham mais agilidade e segurança na manipulação das informações. De forma eficiente é possível dar um fim na papelada e ainda colaborar positivamente no desempenho dos profissionais, dos setores e das empresas”, finaliza.

Muitas vezes, o rendimento de um profissional pode melhorar com simples cronogramas e um gerenciamento do tempo e das atividades mais concretas. Édson Herrero aponta algumas dicas para as pessoas que querem, mas não conseguem ser organizadas no trabalho.

• Planeje seu dia fazendo uma lista de prioridades;

• Siga a lista;

• Não burle o planejado;

• Identifique os recursos mínimos que você necessitará para cumprir o planejado (sala, equipamentos, recursos virtuais, telefone, pessoas, prazos, fluxos e etc.);

• Priorize o importante e não o urgente. Lembre-se: o importante é seu, o urgente é do outro que não se planejou;

• O ambiente físico do trabalho deve ser confortável, acessível e seguro para você, sem, no entanto, invadir o espaço aéreo dos colegas que também tem seu próprio estilo. O ambiente de trabalho é coletivo, portanto, negocie sempre;

• Faça sua parte: guarde, arrume, esvazie, recicle, limpe e etc. Isto vale para sua área de trabalho e, também, para áreas comuns, como banheiros, restaurante, corredores, estações de trabalho, espaço do café, pc´s e notebooks, entre outros. As equipes responsáveis pela limpeza dos ambientes no local de trabalho são colaboradores como você (geralmente tercerizados), elas obedecem a um fluxo de trabalho e não executam trabalho escravo. Exerça seu papel cidadão dentro da empresa.

A organização no ambiente de trabalho começa por dedicar-se, entre outras coisas, a gerenciar o tempo e o espaço.

A rejeição em relação à bagunça é muito comum, principalmente, no mundo corporativo. Mas, Eric Abrahamson e David Freedman, autores do livro “Uma Bagunça Perfeita”, relatam que é possível tirar proveito da desorganização e que em diversas situações ela pode ser mais vantajosa e mais prática do que a própria ordem.

Os autores ressaltam que, desde que sejam mantidas em um nível razoável, as diversas pilhas sobre a mesa bagunçada podem representar um sistema informal e sofisticado de arquivamento que oferece mais eficiência e flexibilidade do que um arquivo com gavetas pode oferecer. Nesses casos, os donos de mesas desarrumadas têm tipicamente pilhas separadas para documentos urgentes, menos urgentes e não urgentes.

As pessoas com mesas desarrumadas reúnem várias estratégias diferentes, com freqüência de modo inconsciente, para manter à mão o trabalho que precisam. Em geral, a mesa desorganizada tende a assumir um formato no qual os assuntos mais importantes e urgentes ficam mais próximos e no alto das pilhas, enquanto os assuntos que podem ser desprezados com segurança ficam longe e embaixo de tudo”, ressaltam os autores.

Abrahamson e Freedman citam como o padrinho da ciência da bagunça Albert Einstein. “A mesa de Einstein no Institute for Advanced Study em Princeton, Nova Jersey, encontrava-se permanentemente confusa de acordo com todos os relatos pessoais e fotográficos. Ele é um bom exemplo, pois é amplamente aceito como alguém muito competente no que faz”, apontam os estudiosos.

Em seu livro, argumentam também que os sistemas mais desorganizados se adaptam e mudam mais rápido, mais radicalmente e de maneira mais variada e ampla. Já os sistemas organizados tendem a responder com mais rigidez e lentidão às exigências da mudança, aos eventos inesperados e a novas informações.

Exemplo de bagunça produtiva

O livro “Uma Bagunça Perfeita” explora que existe um custo de manter uma mesa arrumada. Para isso, é necessário arquivar, jogar fora ou entregar a outras pessoas os papéis em cima das mesas, o que leva tempo para essa organização. E esse tempo será deduzido do período que passa efetivamente trabalhando.

Selecionamos um dos vários exemplos do livro sobre a questão: tempo versus organização e seu contraponto:

“Izsak afirma ser capaz de provar que a organização compensa por meio de uma pequena demonstração que ele gosta de inserir na sua apresentação. Na demonstração, ele pega dois baralhos, um embaralhado e o outro ordenado por naipe e hierarquia, e entrega cada um deles para uma pessoa diferente. Em seguida, chama o nome de quatro cartas e pede às duas pessoas que tentem encontrar as cartas o mais rápido possível. Naturalmente, o baralho ordenado vence com facilidade.

Mas quem colocou o baralho em ordem? Uma pequena experiência com pessoas relativamente habilidosas com as cartas revela que, em média, são necessários cerca de 140 segundos para ordenar um baralho, mas outros 16 segundos para encontrar quatro cartas no baralho ordenado, o que dá um total de 156 segundos; para encontrar quatro cartas em um baralho não ordenados são necessários 35 segundos.

Alguém poderia argumentar que só é preciso ordenar o baralho uma vez, e que depois podemos encontrar as cartas mais rapidamente muitas vezes. No entanto, neste caso, também é preciso contabilizar o tempo necessário para recolocar as quatro cartas em um baralho ordenado, o que equivale cerca de 16 segundos – no caso das cartas, como acontece na maioria das coisas na vida, é preciso um repetido esforço para manter a ordem.

Assim, no caso do baralho pré-ordenado, a pessoa leva 32 segundos para encontrar e recolocar quatro cartas, versus 36 segundos no caso do baralho embaralhado. Isso resultaria que a ordenação do baralho só compensaria se você precisasse repetir pelo menos 35 vezes a tarefa e fosse meticuloso a respeito de manter o baralho em ordem entre as tentativas.”

Pontos de Vista

O www.administradores.com.br resolveu expor dois pontos de vistas acerca da bagunça, reunindo opiniões daqueles que são a favor da organização plena, ou da ‘bagunça sistemática’ para realizar melhor suas tarefas profissionais e pessoais. O que é melhor? No fim das contas, cada pessoa tem sua própria fórmula ideal, aquela que se encaixa com seu estilo e perfil para desenvolver suas atividades com mais eficiência e eficácia. O desafio de cada profissional é o de não se deixar prejudicar pelas consequências negativas que o excesso de bagunça ou a obsessão por organização podem provocar.

Fonte: Administradores.com

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Aviso!!!

Estou arrumando a nova caro da blog, então logo logo novidades!!!


Abs

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Os 7 pecados capitais de blogar

Se você tem um blog, a má notícia é que você possui milhões de competidores. A boa é que a maioria deles é ruim.

Os problemas continuam reincidentes, impedindo os blogueiros de construir uma real audiência para o que têm a dizer. E você? Você comete alguns destes sete pecados capitais com o seu conteúdo?

1. Egoísmo


Esse é o maior deles.

Veja como fazer dinheiro com mídia social:

Você distribui informação de valor. Talvez isso resolva um problema importante. Talvez faça as pessoas rirem. Talvez torne a vida menos tediosa para milhões que estão tendo um dia daqueles. Tanto faz.

Você distribui. E, amanhã, distribui um pouco mais. E, no dia seguinte, dá mais.

Depois de muita distribuição, você propõe uma ótima oferta e pede algo em retorno. E uma pequena parcela da sua audiência vai responder.

Como isso pode funcionar? Porque se o que você oferece é valioso o bastante, vai atrair muitas pessoas. Dá quase o mesmo trabalho oferecer bom conteúdo para milhões de usuários ou para um só. Mas para cada leitor individual você está dando muito mais do que está pedindo.

Essa é a razão pela qual muitos esquemas de "fique rico rapidamente" não funcionam, e porque eles não vão conseguir se adaptar à mídia social. Eles só pensam em falar, não em oferecer.

2. Preguiça


Essa é a razão pela qual eu não lido mais com mídia social e não presto consultoria de marketing de conteúdo. Na milésima vez em que eu ouvi um cliente dizer, "mas parece que dá muito trabalho", meu cérebro explodiu.

Sabe o que dá muito trabalho? Carregar e cimentar tijolos. 12 horas por dia, 7 dias por semana, 52 semanas por ano. Talvez depois de alguns anos de sucesso, você se dê um final de semana de folga.

Em contrapartida, lidar com um negócio baseado em conteúdo é muito divertido, com custos operacionais lindamente baixos, poucos funcionários, não tanto estresse (por comparação) e, sim, menos trabalho.

Não é sem trabalho. É menos trabalho.

3. Impaciência


Eu não acredito que haja um blogueiro no mundo que não tenha se sentido frustrado na marca de três ou seis meses, quando as coisas não estavam se movendo tão rápido quanto se queria.

Leva algum tempo para se construir uma audiência, e o tempo é o seu amigo. Muitos de nós não decolam como foguetes. Nós construímos devagar no início, e a bola de neve começa a crescer.

Se você não está com a audiência que quer, pergunte-se:

  • O meu tópico é realmente interessante para alguém além da minha mãe e do meu gato?
  • Eu dou aos leitores mais do que eu espero receber deles?
  • Estou trabalhando para cultivar uma rede de blogueiros com ideias similares, e apoiar seus trabalhos como espero que apoiem o meu?


Se suas respostas foram sim, você precisa de um pouco de paciência. Talvez de uma boa dose de teimosia. Sério, eu sei que não é fácil. Leia The Dip para se manter motivado enquanto chega lá.

4. Pouca Qualidade


Blogar não é como a propaganda tradicional, na qual você gasta mais dinheiro para alcançar mais globos oculares. No marketing da mídia social, a moeda que você paga é ser totalmente incrível.

Se o seu conteúdo é ruim, você não vai achar uma audiência e sua mensagem não vai "pegar". Se o seu conteúdo é fantástico, você vai encontrar uma audiência com um tamanho legal, que adora o que você tem a dizer. Muitas dessas pessoas vão ficar felizes em te dar dinheiro para receber mais aquilo que você tem a oferecer, seja na forma de um e-book, de uma consultoria, de um site de grupos variados, ou apenas de uma camiseta.

Para parafrasear Zig Ziglar, vendedor e orador motivacional, blogueiros ruins têm filhos magrelos.

5. Identificação


Muitos podem discordar, mas eu acho totalmente normal começar seu blog querendo ser uma outra pessoa. Talvez porque eu tenha começado meu primeiro blog querendo ser Seth Godin.

Eu não me transformei no Seth (o cabelo não ia me cair bem, de qualquer forma), mas eu encontrei uma audiência maravilhosa e um nicho no qual eu pude fazer contribuições reais.

É ótimo ser inspirado por um blogueiro. Mas para criar sua própria audiência e seu próprio lugar no universo blogueiro, você terá que achar sua própria voz.

Por que não em vez de ser:


Talvez você seja um problogger para drag queens, ou o Chris Brogan dos cuidados de saúde.

Inspire-se em outros, mas encontre seu próprio lugar.

De forma interessante, esse lugar é, muitas vezes, definido pelas pessoas para as quais você se apresenta. Pense mais nelas.

6. Irrelevância


É simpático colocar seu coração em seu conteúdo para introduzir sua personalidade nele, para se apresentar com um ser humano real e amigável.

Mas o jogo ainda não é sobre você.

Algumas pessoas são naturalmente atraídas para tópicos com os quais outras pessoas se importam. Outras não. Não tente vender sorvete de brócolis, mesmo que seja o seu favorito.

7. Rudeza


Ser rude é algo que geralmente vem de algum dos outros pecados capitais, sendo egoísmo o mais comum.

Sabe aquele cara em uma festa que se recusa a ficar quieto? Aquele que fica palestrando no seu ouvido durante 45 minutos sobre suas figurinhas do Warcraft, sem perceber que você está desesperadamente desejando uma pílula de cianeto para acabar com aquilo tudo silenciosamente?

Não seja esse cara.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

As pessoas pedem demissão de seus chefes, não das empresas

Gerência não é liderança ou liderança não é gerência? Bom, o que importa saber é que uma, definitivamente, não é igual a outra. Se você não concordou com esta sentença, certamente você é um gerente!

Infelizmente já vi muitos profissionais donos de diplomas, certificações e títulos vistosos importantes que só se preocupam em administrar, e não em liderar. Que se preocupam mais com os processos e esquecem das pessoas. Profissionais assim só se preocupam em manter a ordem e o controle, deixando em segundo ou terceiro plano coisas como: qualidade do trabalho, qualidade do ambiente de trabalho, convivência entre as pessoas e muitos outros aspectos sociais.

Na maioria das vezes as pessoas que estão sendo administradas por este tipo pedem demissão de seu chefe. Isso mesmo, não pedem demissão da empresa, mas sim do chefe. Estão, de certa forma, dizendo basta a um gerente ineficaz ou incompetente.

Liderar é servir

Liderança está longe de ser uma forma de comando e controle. Um líder não controla as pessoas; um líder deve favorecer a criação de um ambiente para que as pessoas criem, evoluam e tomem decisões por elas mesmas sem medo de serem repreendidas ou podadas. O líder deve inspirar confiança. Liderar significa conquistar as pessoas e envolvê-las para que coloquem toda sua criatividade, emoção e coração para a realização de um objetivo em comum.

Liderar não é necessariamente o papel do seu chefe. Não é preciso ser chefe, ou hierarquicamente superior, para ser um líder e influenciar outras pessoas a terem mais empenho e dedicação. Liderança é a capacidade de influenciarmos as outras pessoas para um bem comum.

Se você está disposto a se tornar um ou melhorar como líder, lembre-se de que precisa estar mais disposto ainda a mudar e a aceitar mudanças. É impossível evoluir e melhorar sem mudar; seria loucura esperar um resultado diferente fazendo a mesma coisa de sempre. Você está disposto a mudar?

É muito fácil responder que sim, que se está disposto a mudar, mas a prática é muito difícil. Conseguir sair do seu pequeno universo, sua zona de conforto e entrar num mundo completamente novo e desconfortável é um desafio enorme e requer muita força de vontade e dedicação. Um líder não nasce líder, um líder se faz com muita dedicação, sinceridade, honestidade e força de vontade.

Lembre-se sempre: Gerência é o que fazemos, liderança é quem somos!

Será que você tem sido um bom líder? Olhe a sua volta, veja como estão as pessoas que você liderou, estão bem? Evoluíram e cresceram? Se tornaram pessoas ou profissionais melhores? Ou será que pediram demissão de você? Você saberá o resultado da sua avaliação rapidinho.

Fonte: imasters.com.br

domingo, 26 de julho de 2009

Juros bancários cairão mais rapidamente, diz presidente do Itaú

O presidente-executivo do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, 54, disse em entrevista ao repórter Marcio Aith, na edição da Folha deste domingo (íntegra do texto restrita para assinantes do jornal e do UOL), que os bancos terão condições para reduzir "mais rapidamente" as taxas de juros cobradas dos clientes.

Segundo ele, a inadimplência tende agora a cair, permitindo taxas menores pelos bancos mesmo se o Banco Central não fizer cortes adicionais à Selic.

Desde o início do atual ciclo de corte de juros, em janeiro, o BC já reduziu a taxa básica da economia, a Selic, em cinco pontos percentuais. Na última quarta-feira, o Copom (Comitê de Política Monetária do BC) reduziu a taxa Selic em 0,50 ponto percentual, de 9,25% ao ano para 8,75% ao ano.

Os bancos privados, no entanto, não acompanharam o movimento e não repassaram para empresas e consumidores de forma proporcional. Segundo Setubal, o maior componente do "spread" bancário --a diferença entre a taxa de captação dos bancos e os juros cobrados nos empréstimos para os clientes-- é exatamente o nível de perdas dos bancos, que atingiram seu recorde histórico.

Setubal se mostra surpreso com a velocidade de recuperação do Brasil quanto à crise econômica, mas disse que sempre acreditou que o "Brasil se recuperaria melhor do que o resto do mundo".

"Estamos hoje num ritmo de crescimento de 4% ao ano, o que é extraordinário. O número de 2009 provavelmente será zero porque partimos de uma base mais baixa, mas, na margem, o crescimento é espantoso", afirmou.

Fonte: Folha.com.br

sábado, 25 de julho de 2009

Entenda as discussões entre Brasil e Paraguai sobre a usina de Itaipu

Após meses de negociação, Brasil e Paraguai deverão finalmente chegar a um acordo sobre a usina hidrelétrica de Itaipu.

Em encontro neste sábado, em Assunção, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu colega paraguaio, Fernando Lugo, discutem os detalhes finais da renegociação.

No último encontro, que aconteceu em Brasília, no mês de maio, os dois mandatários não conseguiram chegar a um consenso.

O governo paraguaio quer mudanças no acordo sobre a usina, que pertence aos dois países. Uma das reivindicações é de que o Brasil pague mais pela energia que compra do país vizinho.

Além disso, o Paraguai também quer o direito de vender livremente, a preço de mercado, a energia a que tem direito.

Nos últimos seis meses, o governo brasileiro vem discutindo, informalmente, algumas contrapropostas com o lado paraguaio. Uma delas prevê linhas de financiamento, via BNDES, no valor de US$ 1,5 bilhão (R$2,4 bi), que seriam usadas em obras de infraestrutura no país vizinho.

A ideia, no entanto, vem sendo recusada pelo governo paraguaio. Tudo indica que, dessa vez, o Brasil fará novas concessões.

Criada em 1973, a usina é considerada a maior do mundo em termos de energia gerada e abastece 20% do território brasileiro. No Paraguai, Itaipu gera 90% do que é consumido.

Entenda o que está em jogo nas discussões sobre a usina de Itaipu.

O que é a Usina de Itaipu?

Localizada no Rio Paraná, na fronteira entre Brasil e Paraguai, a usina hidrelétrica de Itaipu foi criada em 1973, mas apenas em 1984 começou efetivamente a gerar energia. É considerada a maior hidrelétrica do mundo, em termos de energia gerada.

Os governos do Paraguai e do Brasil são os dois sócios da empresa, com participações iguais. Quando o tratado foi assinado, ficou acertado que cada país ficaria responsável por 50% do capital inicial (US$ 50 milhões para cada).

O Paraguai, no entanto, não tinha recursos financeiros para isso. A saída foi pegar o dinheiro emprestado com o Brasil, não só para o capital inicial, mas também para outros investimentos, na medida em que o empreendimento era executado. O resultado é uma dívida de US$ 18 bilhões, a ser paga até 2023.

Isso faz do Brasil dono da empresa?

Não. A usina pertence aos dois países. Brasil e Paraguai têm direito, cada um, a 50% da energia gerada. A empresa tem também duas diretorias, uma de cada lado da fronteira.

No entanto, como o Brasil foi o país que efetivamente pagou pelo projeto, os dois governos concordaram, na época, que o Brasil teria certas preferências.

Uma delas diz respeito à energia excedente. O Paraguai tem direito a 50% da energia gerada, mas como não precisa de todo esse montante, acaba usando apenas 5%. O tratado diz que o restante (no caso, 45%) deve ser vendido obrigatoriamente à Eletrobrás, a preço de custo.

Por que o Paraguai se sente prejudicado?

O governo paraguaio questiona uma série de pontos do acordo sobre Itaipu. O país vizinho quer o direito de vender sua parte para quem quiser, da forma como quiser. O argumento é de que o Brasil "paga pouco" pela energia, e que outros compradores estariam dispostos a pagar o preço de mercado.

O Brasil paga ao Paraguai US$ 45,31 por megawatt-hora (MWh). No entanto, desse valor, o Paraguai recebe efetivamente US$ 2,81. A diferença (de US$ 42,5) é retida pelo governo brasileiro, como abatimento da dívida.

O que diz o governo brasileiro?

O governo brasileiro tem se mostrado dividido sobre a possibilidade de o Paraguai vender livremente a energia a que tem direito. Enquanto o Itamaraty é a favor --por questões políticas--, outros ministérios, como o de Minas e Energia, relutam em ceder à demanda paraguaia.

Um dos argumentos dos críticos é de que essa concessão ao Paraguai poderá resultar em aumento no preço da energia no Brasil. Além disso, o Brasil precisaria dessa energia para consumo geral.

Sobre o valor pago ao Paraguai, técnicos do governo discordam de que seja "pouco". Para isso, comparam o valor da energia de Itaipu com o de outros projetos. As usinas do Rio Madeira, quando estiverem prontas, vão oferecer energia a R$ 71 (cerca de US$ 33) - valor "ainda menor" do que o de Itaipu.

O governo brasileiro está disposto a fazer alguma concessão?

Após meses de relutância, o governo brasileiro parece estar disposto a ceder. Tudo indica que o Palácio do Planalto está inclinado a permitir que o Paraguai venda livremente no mercado brasileiro a energia a que tem direito.

Além disso, haveria um reajuste no preço da energia paga aos paraguaios. Com isso, o Paraguai pode até triplicar seu faturamento com a Usina de Itaipu.

Segundo o governo brasileiro, é preciso ainda criar condições para que o Paraguai consuma a energia excedente. Como parte desse plano, as empresas brasileiras Camargo Correa e Votorantim Cimentos anunciaram um investimento de US$ 100 milhões na construção de uma fábrica no Paraguai.

O governo brasileiro estaria também aberto a um reajuste no valor pago pela cota paraguaia, passando dos atuais US$ 45 para algo em torno de US$ 47.

Apesar das intensas negociações nos últimos meses, a palavra final sobre a proposta será dada pelo presidente Lula.

Por que as discussões sobre Itaipu ganharam força agora?

A usina hidrelétrica de Itaipu é extremamente importante nas discussões econômicas e políticas no Paraguai.

A usina responde por 90% de toda a energia usada pelo país. Quando a dívida for quitada, em 2023, Itaipu estará valendo, de acordo com estimativas, cerca de US$ 60 bilhões - quase três vezes o PIB paraguaio.

O assunto foi a principal bandeira da campanha de Lugo à Presidência do Paraguai, quando prometeu brigar por um acordo "mais justo" com o Brasil.

A avaliação do governo brasileiro é de que Lugo precisa "entregar o que prometeu". A questão ganhou ainda maior importância diante do momento delicado pelo qual passa o presidente paraguaio, envolvido em escândalos de paternidade.

Fonte: Folha.com.br

domingo, 14 de junho de 2009

Entenda como a queda da taxa básica de juros afeta as diferentes aplicações

Taxa Selic sofreu corte de um ponto percentual e caiu para 9,25%.
Fundos de renda fixa podem registrar 'fuga' e tendem a render menos.

A queda da taxa básica de juros (Selic) afeta os investimentos de maneira diferente: quem aplica na poupança ou em bolsa de valores não sente o efeito, uma vez que a correção da caderneta é fixa (0,5% ao mês + TR) e a valorização das ações depende de outros fatores, como o desempenho de cada empresa e as perspectivas do mercado para a economia.

Já os fundos de renda fixa, indexados pela Selic, passarão a render menos com a queda da taxa básica.

Economistas consultados pelo G1 explicam qual deve ser o efeito da redução da Selic – que recuou para 9,25% ao ano, menor patamar da história, na quarta-feira (10) – nas diferentes opções de investimento do mercado brasileiro.

Veja os principais exemplos, com gráficos que mostram o comportamento dos rendimentos entre janeiro e abril deste ano:

Poupança

A tendência é que a poupança continue a atrair mais recursos, incluindo investidores que abandonarão fundos de renda fixa pela caderneta. Isso porque a queda da taxa Selic não afeta o investimento.

A poupança tem valorização garantida: 0,5% ao mês, acrescida da Taxa Referencial (TR). Para Francisco Pessoa Faria, economista da LCA, a poupança “é cada vez mais vantajosa para o pequeno poupador”.

O economista da LCA alerta, entretanto, que a tendência é que as regras da poupança sejam novamente alteradas, para garantir que apenas o pequeno poupador continue na aplicação (recentemente, o governo propôs restrições para valores acima de R$ 50 mil).

O economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, diz que a poupança foi criada para proteger o dinheiro do pequeno poupador em época de inflação. “(A caderneta) não se adaptou à nova realidade. (O governo vai) ter que mexer na sistemática, na forma de remunerar a poupança, não basta só limitar com impostos”, ressaltou.

Fundo de renda fixa

Segundo economistas, os fundos de renda fixa, que estão ligados à taxa Selic, podem ficar menos atraentes e perder aplicadores conservadores para a poupança e investidores de perfil mais arrojado para opções que incluam algum percentual de renda variável.

Para o professor de finanças pessoais Marcos Crivelaro, é importante que os bancos comecem a oferecer taxas de administração mais baixas para “segurar” investidores nesta aplicação. Agostini, da Austin Rating, diz que a falta de competitividade no mercado financeiro brasileiro permitiu que os bancos cobrassem taxas "salgadas".

Agostini lembra que, além da taxa de administração, o investidor em fundos de renda fixa também tem que pagar Imposto de Renda sobre os rendimentos, além de enfrentar prazos mínimos para aplicação. À medida que o rendimento dessa aplicação se aproxima do da poupança, o economista diz que a caderneta, que tem um perfil mais descomplicado, torna-se mais atraente.

Fundos multimercados com renda variável

Para o professor Marcos Crivelaro, com a tendência de queda de juros, o investidor pode ter de assumir uma postura de mais risco caso tenha interesse em ter ganhos maiores.

Para ele, a vantagem desse tipo de investimento é que o investidor pode ir ao banco e "dosar" seu apetite por risco, determinando qual percentual de seu capital ele quer investir em ações e em que setores, como commodities, energia ou construção civil, por exemplo.

"(A busca por fundos multimercados) ocorreu nas economias onde o mercado de capitais é mais desenvolvido e o investidor precisa se aventurar em opções mais 'exóticas' em busca de retornos", ressalta o economista da Austin Rating, Alex Agostini.

Entretanto, ele lembra que o risco associados a essas operações é mais alto, especialmente se o fundo em questão for agressivo. Por isso, é necessário que, antes de investir por influência de um gerente de banco, o cliente meça bem o percentual de exposição à renda variável e as condições do fundo.

Agostini lembra que alguns fundos informam apenas que são compostos por "15% de papéis de renda variável de primeira linha". Segundo ele, é preciso, nesses casos, que o investidor busque saber o que exatamente esse tipo de chamariz significa, pedindo a lista das empresas que compõem a opção de investimento.

Ibovespa ou fundos indexados ao índice

Francisco Faria, da LCA, sugere a opção pelo fundo indexado ao Ibovespa para o investidor que possa “esquecer” do dinheiro investido.

“O dinheiro para esse fundo é o que você tira quando quer, não quando precisa. É o dinheiro que você pode retirar só quando acha que é a hora”, diz.

Faria diz que, nessa opção de investimento, uma emergência pode forçar o cliente a retirar o dinheiro em um momento ruim para a bolsa, enfrentando perdas.

Para Alex Agostini, a renda variável exige que o poupador tenha objetivos definidos, tanto para ganhos quanto para eventuais perdas. O economista lembra que, para investir em bolsa de valores, é preciso que o investidor tenha controle para não fazer maus negócios.

Fundo de ações por setor

Agostini diz que a aposta em um determinado setor exige que o investidor estude bem a situação financeira das empresas e o desempenho do segmento (veja ao lado, o exemplo do comportamento de um fundo que reúne ações de empresas de energia).

De acordo com Crivelaro, esses fundos são uma forma que o investidor tem de comprar ações por "pacotinhos", procurando bem para achar um "terreno mais forte".

"Você vê cada vez mais opções de compras por setores dentro da Bovespa. Você tem a vantagem de comprar o setorial, que oscila menos do que uma única empresa", ressalta o professor.

Faria, da consultoria LCA, diz que esse tipo de fundo é beneficiado com o aumento do investimento produtivo no Brasil.

“Assim como o Ibovespa, (os fundos setoriais acabam) se beneficiando à medida que uma redução da taxa de juros real dinamiza e ajuda investimento produtivo. O que vai diferenciar é o risco, a liquidez (do segmento escolhido).”

O economista ressalta, porém, que qualquer investimento em bolsa de valores é indicado para reservas para as quais não haja um destino específico.

Dólar comercial

O economista da LCA diz que o dólar, com a redução nos juros, passa a se tornar menos atraente, pois a tendência é de desvalorização da moeda.

Já Crivelaro lembra que o mercado de câmbio não é exatamente livre, pois tem é influenciado, por exemplo, pelo Banco Central. Toda vez que a moeda tem uma alta excessiva, o BC põe dólares das reservas do mercado; quando cai, a autoridade monetária compra a moeda, para reduzir a oferta.

Segundo Agostini, da Austin Rating, o câmbio é interessante para quem tem compromisso programado de médio prazo.

"Se vai fazer uma viagem ou um MBA, vale como investimento de reserva de valor, para ir comprando aos poucos", ressalta.

Saiba tudo sobre resiliência e veja por que as empresas preferem os resilientes

É a competência do momento. Livros, jornais e revistas deixaram um pouco o tema liderança de lado - cá entre nós, já estava ficando cansativo - e passaram a falar de resiliência.

Elástico e silicone. Por incrível que pareça, essas palavras têm tudo a ver com os profissionais. Explica-se: o termo resiliência provém do latim, do verbo resilire, que significa "voltar para trás" ou "voltar ao estado natural". Historicamente, a noção de resiliência foi primeiramente utilizada pela Física e pela Engenharia, que entendia que a palavra significava "propriedade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora da deformação elástica".

A explicação é do consultor organizacional Eduardo Carmello, diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos e autor do livro "Resiliência - A transformação como ferramenta para construir empresas de valor", da Editora Gente. Ele conta que o conceito se desenvolveu e, hoje, as empresas enxergam resiliência como algo muito mais amplo.

"As pessoas escutam de seus chefes ou lêem em algum lugar que elas precisam ser resilientes, mas não entendem o que isso significa. Quando procuram no dicionário, encontram a definição que diz que resiliência é o poder de recuperação, a capacidade de suportar pressão. Com isso, elas entendem que precisam ser passivas. Mas resiliência não é isso", conta.

Afinal, o que é resiliência?
Carmello explica que resiliência é a capacidade de:

- Promover as mudanças necessárias para atingir seus objetivos e os da empresa;

- Manter as competências e habilidades, mesmo diante das adversidades;

- Antecipar crises, prever adversidades e se preparar para elas;

- Ter firmeza de propósito e manter a integridade.

"O profissional resiliente tem três principais características: ele é antenado no mercado e detecta os sinais de oportunidades, frente a mudanças ou adversidades, sem ficar só olhando para o lado ruim da situação; ele consegue entregar o que promete; e ele é capaz de promover mudanças estratégicas e entender seu valor", afirma Carmello.

Por que as empresas preferem os resilientes?
"A maioria dos profissionais, cerca de 80%, segundo pesquisas, tem suas competências diminuídas frente a um ambiente de tensão ou de mudança", sublinha o especialista. Para quem não consegue imaginar a dimensão do problema, vale a pena enfatizar os inúmeros riscos aos quais as empresas estão submetidas. Entrada de novos concorrentes no mercado, enfraquecimento do dólar - o que prejudica as exportações -, alta da inflação, saída de funcionários em posições estratégicas, para citar apenas alguns.

Carmello ainda lembra que, no mundo empresarial, a cada dez projetos de mudança, apenas um dá certo. "O resiliente não espera a crise acontecer para fazer algo, ele se antecipa às mudanças, porque está sempre ligado para o que acontece no mercado, fora da empresa. É o que mais se espera dos profissionais hoje. Se você acha que, nos últimos dez anos, muita coisa mudou, é porque não sabe o que irá acontecer nos próximos dez".

Em outras palavras, espera-se que os profissionais sejam protagonistas e agentes das mudanças no mercado. "Será que, de fato, ninguém esperava a crise no setor imobiliário americano? Será que o dólar mais fraco era imprevisível? Muitos dizem que a crise financeira que atinge os Estados Unidos não chegará ao Brasil, mas não é certeza. A verdade é que o mercado financeiro é muito imaturo. Por conta de especulações, as pessoas entram em pânico e daí surge a crise. Não é alarmismo, mas o resiliente se prepara para a realidade do mercado".

Como cultivar a resiliência
No livro "Resiliência - A transformação como ferramenta para construir empresas de valor", o consultor dá algumas dicas de como se tornar um profissional resiliente. Comece se questionando:

- No momento em que o obstáculo apareceu, você caminhava para alcançar o quê?

- Você está alinhado a algum processo ou desafio estratégico?

- Você procura olhar para a verdadeira dimensão da realidade, transformando a tensão e o foco de energia não em adversidade, mas em um propósito maior?

- O que você considera como adversidade?

- O que você está fazendo com relação às adversidades?

- Que tipo de postura você adota: enfrentar a situação ou se desviar do problema? (seja sincero na resposta)

- O que você pode fazer para promover o crescimento e o fortalecimento da empresa?

Agora, analise a seguinte situação, para avaliar seu nível de resiliência: o gás explodiu e queimou a casa inteira:

Nível 1 de resiliência: recuperando-se de traumas:

- Atitude: Não se antecipou ao acidente nem à conseqüência dele.

- Resposta resiliente: "Eu não consegui, no momento, ativar recursos ou competências necessárias para controlar o acidente, mas saí vivo de lá".

Nível 2: tornando-se mais flexível, leve e consistente:

- Atitude: Conseguir agir bem diante do grau de exigência da conseqüência, mesmo sem ter se antecipado à situação.

- Resposta resiliente: "Eu consigo agir antes que a conseqüência se torne desastrosa".

Nível 3: Crescer, mesmo em ambiente de mudança e adversidade:

- Atitude: Necessidade de ampliar recursos para lidar com o alto nível de exigências das conseqüências em razão de não ter se antecipado à situação.

- Resposta resiliente: "Eu consigo construir competência a tempo de minimizar o impacto da conseqüência, ou seja, recorro a amigos, chamo os bombeiros, isolo materiais inflamáveis etc."

Nível 4: Antecipando acontecimentos e transformando a realidade:

- Atitude: Antecipar-se para que, frente à situação, nada de errado aconteça, talvez nem a própria situação venha a acontecer.

- Resposta resiliente: "Eu me antecipo à situação, evitando que ela aconteça e obtendo total controle sobre a situação e/ou a conseqüência dela".

Fonte:Administradores.com.br

terça-feira, 2 de junho de 2009

Amplie seus horizontes

Esqueça processadores mais rápidos ou mais memória. Estudos afirmam, e a experiência comprova, que uma das formas mais fáceis de aumentar sua produtividade em frente ao computador é simples: use mais de um monitor

Farhad Manjoo / NY Times

Para aqueles entre nós que se impressionam facilmente com a tecnologia, uma visita ao enorme quartel-general do Google em Mountain View, na Califórnia – com sua réplica da SpaceShipOne, banheiros computadorizados e estacionamentos cobertos por painéis solares – pode ser uma experiência quase sobrenatural.

Apesar de tudo isso, o que mais me chamou a atenção em uma recente visita foi algo bastante comum: as mesas dos programadores. Mais especificamente, os monitores ligados a seus computadores.

Me encontrei com vários engenheiros de software que trabalham no Gmail, e cada um tinha seu próprio e espetacular arranjo de telas. Alguns combinavam monitores largos com monitores mais altos, outros tinham telas enormes combinadas a modelos menores, e outros ainda usam várias telas em série, dando a impressão de que, além de construir um sistema de webmail, também ajudavam o Departamento de Defesa a monitorar o espaço aéreo dos EUA.

Por vários anos venho lendo sobre os benefícios psicológicos de ligar mais de um monitor ao computador. Vários estudos feitos por especialistas na interação entre homem e máquina sugerem que combinar dois monitores, ou simplesmente usar uma única tela enorme, pode aumentar significativamente a produtividade. A teoria é simples: quanto maior o monitor, mais do seu trabalho você pode ver, e mais você ficará tentado a fazer.

Em um estudo recente encomendado pela fabricante de eletrônicos NEC, pesquisadores da Universidade de Utah, nos EUA, pediram a vários funcionários de um escritório para realizar uma série de tarefas em vários arranjos diferentes de monitores. Eles descobriram que as pessoas que usaram dois monitores de 20 polegadas foram 44% mais produtivas em certas operações de edição de textos que as pessoas que usaram um único monitor de 17 polegadas.

Mas até pouco tempo atrás, estudos como este eram de pouca valia. Monitores de tela plana custavam uma fortuna. Talvez corretores de ações, editores de cinema e engenheiros do Google pudessem combinar várias telas, mas meros funcionários de um escritório certamente não teriam acesso a tal regalia.

Mas o preço dos monitores LCD despencou em quase um terço em 2008, de acordo com Sweta Dash, analista da empresa de pesquisa de mercado iSuppli. Dash prevê que esta tendência deve continuar por boa parte de 2009. Mais ainda, no último ano a indústria começou uma tendência em direção a monitores mais largos, ideais para trabalhar com dois aplicativos lado-a-lado (ou para ver filmes). Os espaçosos modelos de 22 polegadas widescreen estão se tornando o padrão. Hoje, é possível comprar um deles, nos EUA, por menos de US$ 200.

Com isto em mente, nas últimas semanas comecei uma busca pessoal pela configuração multi-monitor ideal. Comprei vários monitores e os combinei de todas as formas possíveis. A princípio, coloquei dois modelos de 22 polegadas widescreen lado-a-lado, criando uma tela extremamente larga com cerca de 38 polegadas (na diagonal). Depois, girei cada monitor em 90 graus para que fossem mais altos do que largos: esta configuração me permitia ler um documento inteiro em tela cheia sem ter que rolar a página.

Copiando um dos estilos que vi no Google, também coloquei um monitor “em pé” e outro em sua posição original, criando algo que parecida com uma letra T deitada. Reservei a tela mais larga para trabalhar com janelas lado-a-lado, e a tela “em pé” para a leitura de documentos longos e navegação na web.

Também experimentei algumas configurações com meu notebook: a tela do notebook mais um monitor widescreen, ou a tela mais um monitor “alto”. Por fim, instalei o Cadillac dos monitores, um enorme modelo widescreen de 30 polegadas feito pela Gateway. Não importa a configuração, minha experiência confirmou as descobertas dos pesquisadores: ter muito espaço na tela realmente aumentou significativamente minha produtividade.

Como todo trabalhador sabe, fazer qualquer coisa em um computador que está ligado à internet pode ser um teste de força de vontade. No “antigo” monitor de meu PC – um modelo de 19 polegadas – a web era como um buraco negro que rotineiramente me desviava de meu caminho. Eu abria uma janela do navegador para consultar alguma informação, mas assim que eu o fazia todos os vestígios do meu trabalho desapareciam atrás dela e eu me esquecia do que estava fazendo. Meia hora depois, eu acordava do “transe” induzido pela navegação na web, tentando descobrir como diabos fui parar em uma página contando a história da Adidas, ou qualquer outro tópico que não tem absolutamente nada a ver com meu trabalho.

Um desktop gigante não removeu todas as distrações, mas diminuiu seu impacto. Eu podia ter meu programa de e-mail e navegador abertos em uma tela enquanto meu documento no Word ficava em outra. Isto me mantinha focado. Mesmo que eu fosse navegar na web, meu documento no Word continuava visível, como um lembrete de que eu tinha que voltar ao trabalho.

Mas os múltiplos monitores não só reduziram distrações: o arranjo também aumentou minha eficiência enquanto eu trabalhava. Geralmente uso dois programas enquanto escrevo artigos: o Word e o Bloco de Notas, onde guardo uma lista de anotações. Por exemplo, enquanto escrevo este artigo no Word volto constantemente ao Bloco de Notas em busca de informações pertinentes. Quando encontro a informação, eu a copio para a área de transferência e volto para o Word, onde a colo. Esta é uma tarefa bastante comum, talvez a coisa mais comum entre os usuários de computador. Procuramos por dados brutos em nossas mensagens de e-mail e na web, e então os transferimos para documentos do Word, planilhas do Excel e apresentações do PowerPoint.

Mas em um monitor pequeno esta tarefa frequente representa um desafio cognitivo, diz Jane Payfer, chefe de marketing da Ergotron, empresa que fabrica os apoios de monitor ergonômicos que usei em meus experimentos. A cada vez que você coloca uma nova janela em sua tela, seus olhos e seu cérebro precisam se reorientar para entender a nova imagem, uma tarefa de processamento mental que pode acabar lhe atrasando. Em um arranjo com múltiplos monitores, o cérebro tem um “descanso”. Minhas notas ficam em um lado enquanto meu documento fica no outro. Quando foco em um dos programas, não perco meu lugar no outro.

De todas as configurações de monitores que experimentei, fiquei mais impressionado com o monitor de 30 polegadas da Gateway, que me deu espaço em tela suficiente para manter abertas cinco ou seis janelas em tamanho máximo ao mesmo tempo. Mas com um preço de mais de US$ 1.000, nos EUA, telas deste tamanho ainda são proibitivamente caras para a maioria das pessoas.

Descobri que dois monitores de 22 polegadas, um na vertical e outro na horizontal, são uma forma de aumentar minha produtividade com um custo-benefício muito melhor. Mas esteja avisado: para trabalhar desta forma, é necessário um computador equipado com uma placa de vídeo capaz de controlar dois monitores. Este é um recurso comum em computadores mais novos, mas se você tem um PC mais antigo provavelmente vai precisar instalar uma placa de vídeo nova. Até os modelos mais baratos baseados em chips da nVidia ou ATI já trazem este recurso, e mesmo com pouca prática é possível fazer a operação em cerca de 15 minutos.

Como alternativa, você pode comprar um adaptador para múltiplos monitores, como o “Dual Monitor Adapter” da Kensington, que transforma uma das portas USB de seu computador em uma saída de vídeo, onde você pode ligar um segundo monitor sem o trabalho de abrir o PC para instalar uma nova placa.

Seja como for, instalar dois monitores é uma forma muito mais barata de aumentar a produtividade que comprar um novo computador super-rápido. Seu cérebro agradece.

Navegar por lazer no trabalho pode elevar produtividade

MELBOURNE - Flagrado mandando mensagens no Twitter ou no Facebook durante o trabalho? Isso o tornará um funcionário melhor, segundo um estudo australiano que mostrou que navegar na Internet por diversão durante o trabalho aumenta a produtividade.

O estudo feito pela Universidade de Melbourne mostrou que pessoas que utilizam a Internet para fins pessoais no escritório são quase 9 por cento mais produtivas do que aquelas não o fazem.

O autor do estudo, Brent Coker, do departamento de administração e marketing, afirmou que "navegar na Internet por lazer no trabalho", ou WILB (na sigla em inglês), ajuda a aprimorar a concentração dos empregados.

"As pessoas precisam relaxar um pouco para voltarem a se concentrar", disse Coker no site da instituição.

"Pausas curtas e moderadas, como uma rápida navegação na Internet, permitem que a mente descanse, levando a uma concentração total maior para o dia de trabalho e, como resultado, aumenta a produtividade", acrescentou ele.

Segundo o estudo feito com 300 funcionários, 70 por cento das pessoas que usam a Internet no trabalho se encaixam na categoria WILB.

Entre as atividades mais populares de lazer estão a busca por informação sobre produtos, leitura de notícias e sites, jogos online e vídeos no Youtube.

"As companhias gastam milhões em softwares para impedir que seus empregados assistam a vídeos, acessem sites de rede social ou façam compras online com o pretexto de que isso custa milhões em perda de produtividade", explicou Coker. "Nem sempre este é o caso".

Entretanto, Coker afirmou que o estudo procurou pessoas que navegam com moderação, ou ficam na Internet menos de 20 minutos do tempo total que passam no escritório.

"Aqueles que se comportam com tendências compulsivas na Internet terão produtividade menor do que os outros", disse ele.

Maneiras simples para aumentar a produtividade

Mudar de monitor e escolher um maior pode ser uma saída para aumentar a produtividade no trabalho. Isso é o que mostra um estudo da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, que analisou o tempo que as pessoas demoravam para realizar uma tarefa utilizando cada tamanho de tela.

De acordo com o estudo, a mudança de um monitor com tela de 18 polegadas para um de 24 polegadas widescreen (formato retangular mais acentuado) reduziu o tempo médio de realização de uma tarefa de 8 horas para 5,5 horas.

Durante um ano, a mudança na tela do computador pode gerar uma economia de 76 dias de trabalho, afirma o estudo. Em dinheiro, monitores maiores geram uma economia de US$ 8.600 por funcionário, em estimativa baseada em pessoas com salários anuais de US$ 32.500. Segundo o estudo, o resultado também pode ser aplicado a laptops.

Na pesquisa, os voluntários usaram monitores de diferentes tipos e tamanhos para realizarem alguns trabalhos. Os pesquisadores analisaram o desempenho das pessoas, a capacidade de edição de textos e as preferências de tela.

Os voluntários fizeram tarefas em monitores simples e duplos de 20 polegadas, 24 polegadas widescreen ou 26 polegadas widescreen. Os dados foram cruzados com um outro estudo feito pela universidade em 2003, que comparou a produtividade das pessoas com o uso de monitores duplos e telas de 18 polegadas tradicionais.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Foto da galera

Flickr

This is a test post from flickr, a fancy photo sharing thing.

Imagens em sequencia

Imagem 1
Imagem 2

domingo, 26 de abril de 2009

Teste

sábado, 25 de abril de 2009

Imagem Teste

FireFox

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Navegar por lazer no trabalho pode elevar produtividade

Flagrado mandando mensagens no Twitter ou no Facebook durante o trabalho? Isso o tornará um funcionário melhor, segundo um estudo australiano que mostrou que navegar na Internet por diversão durante o trabalho aumenta a produtividade.

O estudo feito pela Universidade de Melbourne mostrou que pessoas que utilizam a Internet para fins pessoais no escritório são quase 9 por cento mais produtivas do que aquelas não o fazem.

O autor do estudo, Brent Coker, do departamento de administração e marketing, afirmou que "navegar na Internet por lazer no trabalho", ou WILB (na sigla em inglês), ajuda a aprimorar a concentração dos empregados.

"As pessoas precisam relaxar um pouco para voltarem a se concentrar", disse Coker no site da instituição.

"Pausas curtas e moderadas, como uma rápida navegação na Internet, permitem que a mente descanse, levando a uma concentração total maior para o dia de trabalho e, como resultado, aumenta a produtividade", acrescentou ele.

Segundo o estudo feito com 300 funcionários, 70 por cento das pessoas que usam a Internet no trabalho se encaixam na categoria WILB.

Entre as atividades mais populares de lazer estão a busca por informação sobre produtos, leitura de notícias e sites, jogos online e vídeos no Youtube.

"As companhias gastam milhões em softwares para impedir que seus empregados assistam a vídeos, acessem sites de rede social ou façam compras online com o pretexto de que isso custa milhões em perda de produtividade", explicou Coker. "Nem sempre este é o caso".

Entretanto, Coker afirmou que o estudo procurou pessoas que navegam com moderação, ou ficam na Internet menos de 20 minutos do tempo total que passam no escritório.

"Aqueles que se comportam com tendências compulsivas na Internet terão produtividade menor do que os outros", disse ele.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Google - 10 anos em dois minutos

quarta-feira, 11 de março de 2009

sexta-feira, 6 de março de 2009

Uma visão do futuro da Microsoft

quinta-feira, 5 de março de 2009

Social-commerce

Social-commerce é um termo relativamente novo aqui no Brasil. A participação ativa dos clientes e seus relacionamentos pessoais começou a determinar vários parâmetros na venda de produtos e serviços. O elemento principal é o envolvimento do cliente no ciclo da venda do início até o pós-venda, muito importante e indispensável no ambiente eletrônico; por exemplo, as recomendações e comentários que os clientes fazem nos produtos ou a possibilidade de fazer um bookmark ou uma comunidade de usuários daquele site, isso é social-commerce.

Com a introdução de sistemas que facilitam as trocas de informações como blogs, comunidades, fórum de discussões, listas e grupos, o antigo boca-a-boca foi potencializado de uma maneira tão grande que, sem exagero, poderíamos enriquecer ou fazer estrago numa empresa em um só dia. e já existem vários casos aqui no Brasil.

Um caso interessante é de um site brasileiro que cria grupos de compra agregados pelos interesses em comum. São clientes que se unem e compram com o preço reduzido, pois o grupo consegue mais força que um indivíduo só.

O conceito de WEB 2.0 favoreceu o crescimento do social-commerce, pois as ferramentas disponíveis facilitam a formação de uma inteligência coletiva ao redor das idéias e conceitos gerados por uma pessoa. Estava navegando quando me deparei com o site Brasilwiki, este site nada mais é do que um jornal criado pelos próprios leitores, você pode estar pensando Eu não teria tempo de escrever em um Jornal, mas tem muita gente que tem e se dispõe a colaborar com o conteúdo, a palavra do momento é Colaboração.

O Social-commerce também está relacionado com SEO e SEM, pois atua como forma de construir ligações entre sites de clientes e o seu e gerar conteúdos, os quais são ferramentas para melhorar a posição do seu site nos resultados de pesquisa de determinados motores de busca como o Google.

A empresa que facilita a criação de grupos entre os clientes e se abre para a discussão obtém vários adicionais competitivos. Um deles é o cliente servindo como um consultor free e verdadeiro relatando suas expectativas e mostrando o caminho a outro; aí é quando as vendas normalmente se multiplicam e os produtos adquirem uma etiqueta (tag) do próprio consumidor, algo muito importante nos dias de hoje. O boca-a-boca ainda existe e virou high-tech.

Fonte: imasters.com.br

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

E-commerce: Sistema Locado ou Elaborado?

Uma das primeiras coisas que o empresário a elaborar um plano de negócios de vendas pela internet se pergunta é: Quanto vou gastar com isso?

E para essa resposta existem dois caminhos a serem trilhados. O do sistema "Locado" e o do sistema "Elaborado".

Quando falamos de pequenas e médias empresas, que pretendem ir para a internet, ou mesmo o profissional que pretende abrir o seu negócio diretamente online, o caminho mais curto, barato e menos burocrático é o de um sistema "Locado".

O que se entende por sistema "Locado"?

R: Sistema "Locado" é quando o uma empresa como Dotstore, Tray Sistemas, entre outras, criam uma ferramenta de loja virtual, com todos os atributos e ferramentas que uma grande loja como Submarino ou Americanas.com utilizam, e disponibilizam isso para os seus clientes mediante ao pagamento de uma mensalidade e em alguns casos uma pequena taxa de "SETUP".

Prós: Esse tipo de ferramenta Locada é realmente o melhor negócio para o pequeno e médio empresário, pois possui tudo o que uma loja virtual precisa e também ajuda muito com o mundo físico oferecendo diversos tipos de relatórios e até controle de estoque, e em alguns casos até um CRM completo.

Baixo custo de implementação e mensalidade. Para se usar um sistema como esse, o lojista vai pagar uma mensalidade a partir de R$ 55,00. Em alguns casos se paga a taxa única de adesão que fica a partir de R$ 200,00.

Contras: No caso de se precisar de algum tipo de ferramenta específica para o seu tipo de negócio, é necessário sugerir uma atualização que nem sempre pode ser atendida, ou em algumas empresas pagar por essa atualização, com isso o sistema acaba ficando meio engessado em alguns casos.

Para se ter um "layout" de acordo com a marca de sua empresa, é necessário a contratação de profissionais especializados e homologados por esses sistemas, para que assim sua empresa possa ficar com a mesma aparência da Física dentro da Internet. Nesse caso gera-se um custo operacional maior que deve ser muito bem estudado, pois nada adianta ter um site na Internet sem que o mesmo seja atraente, com uma navegação amigável e que gere "Credibilidade" aos internautas. E para isso somente fazendo esse tipo de contratação. Pois os sistema Locados, somente oferecem Templates prontos e fixos.

O Que se entende por sistema "Elaborado"

R: Sistema Elaborado é aquele que sua empresa, cria literalmente métricas de como deseja que ele funcione.

E para isso é necessário algumas informações importantes para que o custo não fique cada vez mais oneroso.
  1. Existirá um sistema de CRM?
  2. A Loja Virtual será integrada, com algum ERP?
  3. Qual p tráfego esperado para essa loja?
  4. Qual tipo de público irá atender?
  5. Existirá uma Ferramenta de fácil atualização e cadastramento no sistema?

Além dessas, há outras tantas perguntas a se fazer.

Nesse caso é realmente idêntico a criação de uma empresa física, aonde para o bom desenvolver do projeto será necessário contar com todas as áreas da empresa (Comercial, Financeiro, Logística, etc...).

Esse contato será muito importante quando for contratar uma empresa ou profissionais especializados na criação dessa Ferramenta. Cada departamento de sua empresa terá que explanar o que seria o mais interessante para poder vender pela internet. Mas nunca deixando de pensar, se, o que será bom para ele, será funcional para o outro departamento que seguirá no fluxograma dos pedidos da loja.

Como exemplo muito claro que nesse caso de um sistema "Elaborado" é necessário muito planejamento, temos a loja virtual das Casas Bahia, aonde aguardaram por longos 03 anos maturando o processo e criando métricas para se atender a todos os seus clientes de uma forma que fosse praticamente a mesma que em suas lojas físicas.

Prós:

Você tem em mãos uma ferramenta própria, aonde você é o dono do código fonte e pode vendê-la a qualquer momento.

Podem-se fazer alterações na ferramenta a hora que bem precisar. Claro contratando profissionais especializados no segmento.

Contras:

Alto custo de Desenvolvimento, projetos como esse normalmente não saem por menos de R$ 40.000,00, isso sem contar, provedores de hospedagem.

Resumo:

Para saber se você irá precisar de um sistema "Locado", ou "Elaborado", somente através de um plano de negócios, e também muito estudo do seu perfil de vendas. É muito importante que converse com consultores do segmento, para que dessa forma esses lhe apresentem a melhor forma a trilhar, sem que tenham que por muitas vezes gastar um valor que não seria necessário.

Com certeza, por muitas vezes o sistema Locado, será o mais interessante, pois além de se ter um custo baixíssimo em comparação a um sistema Elaborado, é também principalmente a melhor forma de se aprender o verdadeiro mundo do E-commerce, já que a ferramenta já está pronta e é totalmente interativa, aonde até mesmos pessoas mais leigas sem muito conhecimento de internet e e-commerce, poderão começar suas atividades dentro dessa modalidade.

Fonte: iMasters

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Novidades Tray Sistemas

Saiu hoje o novo hotsite da Tray com as alterações que vão ocorrer no próximo mês no sistema.

As páginas internas do sistema foram todas remodeladas e serão construídas em tableless, dessa forma as lojas serão melhor indexadas no Google e irá melhorar também a navegação.

Além dessa alteração, também há novas ferramentas como mapa do site, zoom nos produtos entre outras que vem aprimorar ainda mais o sistema.

Para quem quer conhecer mais acesse o link: http://www.tray.com.br/site/novidade/

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Mídia Social

Estava navegando no Imasters hoje e li post no blog deles muito interessante falando das redes sociais.

Agora até as celebridades, esportistas e políticos estão contratando especialistas em redes sociais para gerenciar a imagens delas na rede.

Segue abaixo o link da matéria

http://blog.imasters.uol.com.br/stelleotolda/2009/01/29/as-celebridades-e-a-midia-social/

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Dicas para realizar uma compra segura na internet

O primeiro passo para quem vai realizar uma compra na internet é ter um bom antivírus, um firewall e em anti-spyware instalados na sua máquina e mantê-los sempre atualizados juntamente com o navegador que utiliza.

Nunca faça compras em computadores públicos ou lan-houses, pois alguém pode ter instalado algum tipo de programa espião e pode roubar os dados de contas bancárias e cartões de credito.

Ao escolher o produto faça uma pesquisa em sites comparadores de preços, como o Buscapé e o Bondfaro. Eles listam as lojas virtuais que vendem o mesmo produto com seus respectivos valores.

Repare as formas de pagamentos oferecidas pelas lojas. Desconfie das lojas que trabalham somente com depósito bancário ou boleto bancário. Ao contrario do que as pessoas pensam, o cartão de crédito é o jeito mais seguro de efetuar uma compra pela internet. Para disponibilizar essa forma de pagamento a empresa tem que fazer um contrato com as operadoras ou utilizar uma ferramenta que faça a intermediação das vendas como o Pagamento Digital e também é mais fácil cancelar a compra caso haja algum tipo de problema.

Além das formas de pagamento é muito importante sempre procurar na loja telefones para contato e outras informações, como o CNPJ. Se mesmo assim não estiver certo sobre a loja entre em contato por telefone e solicite mais informações. Também é possível verificar a imagem da loja em sites como o ReclameAqui ou Procon.

Depois de escolhido a loja, finalize a compra, mas na hora de realizar o cadastro preste atenção na parte inferior do navegador e veja se tem um cadeado. Ele indica que os dados estão sendo criptografados, mas isso não garante a segurança. Clique nele e veja o certificado de segurança e sua validade.

Feito a compra salve e imprima o email de confirmação do pedido, esses são documentos essenciais caso ocorra algum problema. Acompanhe o status do seu pedido na central do cliente na loja onde realizou a compra e quando recebê-lo veja se a embalagem não está danificada.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Empreendedorismo na web

A Internet representa um promissor campo de atuação para os empreendedores. Como os negócios on-line são relativamente recentes, as pequenas empresas vêem na Web a oportunidade ganhar muito com pouco investimento. A pequena necessidade de infra-estrutura é outro atrativo dos negócios virtuais, que aproveitam ainda para explorar segmentos bem específicos que não são atendidos pelas grandes empresas.

Nesse campo, empresários com uma boa visão têm uma excelente oportunidade de negócio. Enquanto o maior varejista da Internet brasileira vende centenas de milhares de itens diferentes e exige uma enorme logística, para um pequeno negócio, o investimento em apenas uma linha de produtos gera um índice de lucratividade maior em decorrência do foco em produtos e públicos bem delineados. Uma alternativa que promete render muito mais do que o mercado tradicional.

"Uma das vantagens da Internet é permitir que qualquer pessoa, mesmo com poucos recursos, possa se tornar empresário. Só é preciso ter força de vontade, responsabilidade e conhecer seus direitos e deveres como fornecedor", afirma Michel Pierre, diretor da loja virtual Stopplay.

O e-commerce tem números extremamente favoráveis. Mais de três milhões de pessoas compram rotineiramente pela web e o faturamento cresce ano após ano. Gigantes da Rede começaram como pequenas lojas virtuais como é o caso da Amazon, do Magazine Luiza, do Bondfaro e da loja virtual Stopplay. Eles começaram os negócios com boas idéias e simplicidade e hoje são referência no comércio virtual.

"Eu já tinha as informações necessárias para que não desse errado, mas hoje entendo que não basta saber o que fazer. É preciso estar sempre preparado para imprevistos. A coragem nos leva a tomarmos uma iniciativa que, conseqüentemente, pede uma atitude. Para alcançar o objetivo, precisaremos de determinação e perseverança", explica Michel, que começou com uma empresa de telemarketing em 2003, em Ribeirão Preto (SP).

O crescimento rápido veio com a oferta de produtos a preços competitivos, beneficiados pela economia de gastos na logística das empresas virtuais. Hoje, o principal investimento da Stopplay é o atendimento ao cliente. "Nosso único contato `pessoal` é pelo telefone, então treinamos nossos funcionários para buscar soluções com educação e simpatia sempre que somos procurados", conclui ele.

Para garantir o sucesso, Michel Pierre contou ainda com a consultoria da agência Limonada Virtual, especializada em marketing de performance. "Nosso trabalho é mostrar o produto do cliente dando dicas sobre como aparecer melhor, em quais canais é interessante se divulgar e como empregar bem as verbas de divulgação e aproveitar recursos gratuitos disponíveis na web", explica Sergio Lima, diretor da agência.

Fonte: imasters.com.br

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Novo consumidor, novas vitrines

Quem nunca teve a certeza de encontrar alguma informação pelo Google? A resposta da maioria das pessoas certamente será sim. Pois bem. Hoje é notável a capacidade da internet de prover e oferecer novas possibilidades ao usuário, para que ele tenha acesso a todos os tipos de informações, serviços e produtos.

Acompanha esta tendência o notável progresso da nova classe média brasileira - consumidores emergentes em diversos tipos de mercados que até então estavam esquecidos por muitas empresas. Esta mudança de comportamento deve-se a vários desdobramentos sócio-econômicos e culturais da atual realidade brasileira. Nasce daí um novo consumidor da classe C, bem informado, articulado, que rompe com paradigmas do passado e exige uma comunicação mais direcionada e objetiva.

Ao mesmo tempo, o Brasil chega a quase 24 milhões de usuários de internet residencial. Um recorde desde que este índice começou a ser medido pelo Ibope. Somando-se todos estes fatores, podemos perceber a aparição de um novo nicho de mercado a ser explorado. Todos estes novos usuários, pertencentes à classe C, são também novos consumidores dispostos a descobrir as facilidades do e-commerce.

O novo momento do comércio, que se destaca por ofertas de produtos quase infinitas, preços geralmente atraentes e formas de pagamento que encantam os olhos de quem "clica" - foi impulsionado por diversos fatores, como programas de inclusão digital, investimento de informática em escolas públicas, barateamento de banda larga, aumento do índice de trabalhadores formais e, principalmente, acesso ao crédito pessoal. Este último aumentou também a venda de computadores domiciliares ao público de baixa renda, popularizando o comércio eletrônico.

O grande problema para as lojas virtuais já existentes é que elas foram concebidas com foco nas classes A e B, ou seja, usam linguagem e produtos que muitas vezes não preenchem as necessidades destes novos compradores. Embora tais mercadorias sejam objetos de desejo desta classe C, a apresentação e os mecanismos de busca devem ser mais adequados para atingir este público. Baseado neste raciocínio, o varejo está reestruturando suas diretrizes e investe no meio eletrônico para aproximar suas marcas, produtos e serviços do público popular.

De modo geral, o perfil predominante do consumidor brasileiro de internet ainda é caracterizado por 75% com nível de escolaridade superior (considerando incompleto, completo e pós-graduado), de 25 a 49 anos e igual distribuição entre homens e mulheres. No entanto, é notável este movimento de popularização do segmento - a participação das classes com renda familiar até R$ 3 mil nas vendas pela web já representa 35%.

As projeções do e-commerce no Brasil são crescentes e muito positivas quanto à entrada de novos investimentos e negócios para internet. Mesmo com as turbulências decorrentes da conjuntura global, esta é a oportunidade certa para abrir outros canais de vendas, já vislumbrando o futuro do mercado varejista.

Fonte: administradores.com

domingo, 25 de janeiro de 2009

Google perde posto de melhor empresa para se trabalhar

A empresa californiana de tecnologia NetApp tomou do Google a coroa de melhor companhia para se trabalhar em 2009, de acordo com uma lista das 100 melhores empresas divulgada anualmente pela revista Fortune.

O Google conquistou o título de "Melhor Companhia para Trabalhar" da Fortune por dois anos, deixando para trás o laboratório farmacêutico Genetech, que ficou em primeiro lugar em 2007.

No ranking de 2009, que será publicado na edição da Fortune do dia 2 de fevereiro, o Google aparece apenas na quarta colocação, atrás da consultoria financeira Edward Jones, de St. Louis, nos Estados Unidos, em segundo lugar, e da consultoria administrativa Boston Consulting, em terceiro.

Especialistas do mundo dos negócios especulam que a queda do Google esteja relacionada às medidas de corte de custos anunciadas pela empresa, como o cancelamento do passeio de esqui que era promovido anualmente para funcionários que praticassem o esporte.

A revista destaca que cerca de 770.000 pessoas se candidatam para um emprego no Google anualmente, apesar do recente fim de alguns mimos, como o chá da tarde que era oferecido aos funcionários.

A NetApp, por sua vez, é elogiada pela Fortune por manter "uma cultura igualitária" e políticas de gerenciamento realistas.

Entre os benefícios oferecidos pela companhia, a revista cita o pagamento de dias dedicados por seus empregados ao trabalho voluntário, um auxílio financeiro para quem decidir adotar uma criança e cobertura médica para familiares que sofram de autismo.

A lista é elaborada pelo Great Place to Work Institute de São Francisco, que entrevistou mais de 81.000 trabalhadores de 353 companhias.

Fonte: Folha

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Dicas SEO para blog

Aprender sobre SEO sempre bom, ainda mais quando as dicas vem direto do Google. Matt Cutts que é funcionário do Google, apresentou a palestra Whitehat SEO tips for bloggers no WordCamp 2007. Obviamente as dicas são para Wordpress, mas servem para qualquer site. Ele afirmou que as dicas foram conferidas pela equipe de PageRank do Google. Ele disponibilizou a apresentação para download e ainda tem um vídeo com a apresentação completa.

Para quem não tiver paciência para ver o vídeo todo ou não sabe inglês, compilei os principais pontos falados.

  • O Google não odeia sites. Odeia spammers.
  • Plugins recomendados
  • Não coloque seu blog direto na raiz do site. Se um dia você quiser usar o domínio para qualquer outra coisa . Ele diz que além disto, você ainda pode ganhar alguns links extras para cada um deles.
  • Nomeie seu diretório “blog” e não “Wordpress”. Vai que surge outra ferramenta melhor de blogs?
  • Aprenda a trabalhar com palavras-chave. Long Tail.
  • Categorias servem como boas palavras-chave.
  • Separador de URL: Hífen (conhecido tracinho “-”).
  • Não existe melhor extensão. Só não use “.exe”.
  • Use ALT tags.
  • Evite URLs longas ou com vários subdiretórios.
  • Não se preocupe tanto com o conteúdo duplicado do Wordpress.
  • Ao mover um domínio ou página, use redirect 301.
  • Aproveite o Google Webmaster, o Google Analytics.
  • O Google realmente não esquenta com meta tag keyword.
  • Para aparecer no Google News, o blog deve ter mais de um autor.
  • Um bom permalink: “/%postname%/” (Eu uso assim =)
  • Confirmado que o título da página é a base do SEO.
  • Seja criativo em um idéia “linkável” (controvérsia, top 10…).
Era para ser um resumo, mas acho que vale a pena do tamanho que ficou. Tentei não incluir o que não fosse tão SEO assim, afinal o vídeo está disponível para quem quiser ver na íntegra. Agora mesmo sendo dicas direto do Google use o bom senso e filtre o que você não achar que não funciona para você. No meu caso, prefiro que o meu blog seja na raiz para facilitar a vida dos meus visitantes. Não ligo para este links há mais. Outro exemplo é que o Matt recomenda o SEO Title mas mesmo assim ele usa o wp_title com eu também uso. Outro ponto é que segundo ele, eu deveria ter criado este post como os “18 dicas incríveis de SEO”. Prefiro títulos descritivos.