quarta-feira, 30 de junho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
O que aprendemos com o Cala Boca Galvão
Esta semana circula a edição da Revista Veja que tem na sua capa o famoso viral que estourou no Twitter na semana passada, o CALA BOCA GALVÃO. A matéria mostra um panorama geral do Twitter, incluindo informações bastante curiosas, como a briga entre a CNN e o ator Ashton Kutcher pelo primeiro milhão de seguidores, a recente briga entre Rick Martin e Hugo Chavez, que tuitou que o cantor era chavista e foi desmentido, e um comentário meu, onde afirmo que 18% dos votos serão disputados na Internet nas eleições 2010.
Além disso, a matéria apresenta fatos interessantes sobre a ferramenta :
O Twitter já é a segunda maior rede social do planeta.
O Twitter já tem 150 milhões de usuários, e 190 milhões de visitas únicas por mês.
Todos os dias são 65 milhões de mensagens via Twitter.
Todos os dias são feitas 600 milhões de buscas no Twitter.
No Brasil o Twitter é a segunda maior rede social com 11 milhões de visitantes únicos, perdendo só para o Orkut.
Durante o sucesso do CALA BOCA GALVÃO, alguns dos meus seguidores no Twitter (@oclaudiotorres) pediram que eu comentasse sobre o assunto, e outros afirmaram que seria o Case do Ano em Marketing Viral.
Como sempre faço, decidi esperar um pouco para entender melhor o que de fato estaria acontecendo, para depois escrever um artigo mais relevante para meus leitores, com uma análise mais coerente.
Primeiro é preciso que se diga que a frase original Cala a boca, Galvão foi criada pelo Macaco Simão, do brilhante José Simão, que dispensa apresentações. Portanto já era um hit na comunicação jornalística e na boca do povo. Segundo é preciso ponderar que não houve um primeiro emissor, ou um gênio por trás da ação. Foi simplesmente a abertura da Copa do Mundo e, consequentemente, o início dos comentários do locutor da Globo Galvão Bueno, que dispararam a frase, e sua consequente repercussão no Twitter, por milhares de Internautas. Ao que me consta, foi no dia 10/06, o dia da abertura oficial da Copa do Mundo, que a frase CALA BOCA GALVÃO apareceu pela primeira vez no Trend Topics (lista do Twitter com os assuntos mais comentados).
Como já aconteceu, e vem acontecendo todos os dias, alguma frase sempre acaba no Trend Topics. O que de fato gerou a explosão, e o interesse mundial, é que em função da gigantesca audiência da Copa do Mundo e, particularmente, o imenso interesse dos brasileiros pelo futebol, fizeram que a frase aparece-se não no TTBr (o Trend Topics que mede só os assuntos discutidos no Brasil), mas no Trend Topics geral do Twitter. Imagine os americanos, lendo uma frase incompreensível em Inglês, aparecendo no Trend Topics no dia da abertura do Mundial.
É óbvio que a curiosidade sobre o significado da frase foi o motivo que levou os Twiteiros de todo mundo, e a imprensa americana, a se interessar pelo nosso CALA BOCA GALVÃO. A grande explosão ocorreu no dia 11 quando o Wall Street Journal publicou, em seu blog, matéria sobre o tema e o significado da frase.
Depois disso, um publicitário brasileiro, que ao que me consta mora nos Estados Unidos, postou o famoso vídeo no YouTube, com a campanha em defesa do pássaro Galvão, uma das explicações dadas de brincadeira pelos brasileiros para os americanos.
Mais uma vez, no dia 15, a frase CALA BOCA GALVÃO vai para o Trend Topics do Twitter, por causa da matéria publica pelo The New York Times explicando toda a história.
Assim, olhando toda a história, posso realmente comentar o que aprendemos com o CALA BOCA GALVÃO, em particular do ponto de vista do marketing digital, do uso da Internet para os negócios.
Em primeiro lugar, é fato notório, comprovado mais uma vez neste caso, que a impressa está ligada no Twitter de forma irreversível, e que assuntos que aparecem com relevância na rede passam a pautar muito jornais importantes. Isso mostra que o Twitter pode ser uma ferramenta de comunicação empresarial muito eficiente, principalmente se associada a um blog, o que dá mais profundidade aos textos. Os jornalistas estão, cada dia mais, ligados à Internet e ao Twitter, e a ferramenta passou a ser fundamental na assessoria de comunicação e nas relações públicas.
Em segundo lugar, o caso mostra a importância de estar monitorando as mídias sociais, e a repercussão que um ataque à sua marca ou a um candidato a eleição, pode atingir na rede. Não se trata de patrulhamento, mas da constatação que a Internet pode prejudicar uma marca, um produto ou uma pessoa em escala planetária, sem que ela sequer esteja presente na rede. Note que o Galvão Bueno não é um usuário intensivo das redes sociais, e que não houve nenhuma frase, comentário, post ou ação nas mídias sociais que gerasse o efeito indesejado do CALA BOCA GALVÃO. Foi uma ação espontânea de Internautas que estavam cansados do seu estilo de locução. Assim, estar presente nas mídias sociais e ficar atento aos ataques a sua marca ou nome é uma atividade prioritária para qualquer negócio, mesmo para um gigante das comunicações como a Rede Globo, ou uma figura popular como o locutor Galvão Bueno.
Em último lugar, cabe dizer que não se trata de marketing viral. É, sim, um bom exemplo sociológico sobre o efeito viral da rede. Mas não é marketing viral. É importante que as pessoas separem a comunicação na Internet, como um fenômeno social, do marketing digital, uma parte dessa comunicação voltada a produzir efeitos positivos nos negócios, nas marcas e nos produtos. Para ser marketing viral, deve haver uma mensagem que traga benefício à marca. Para isso, é preciso planejamento, difusão, controle e principalmente resultados. O caso do CALA BOCA GALVÃO não foi criado por alguém, nem planejado, e nem beneficia nenhuma marca. Ele tem na verdade um ataque a imagem do locutor Galvão Bueno, mas que pode ser considerada quase neutra, já que apenas mostra que alguns gostam dele e outros não, coisa comum em figuras de grande exposição na mídia. Criar uma grande barulho na rede através do efeito viral, não é marketing viral, mas somente uma constatação do efeito viral que, como todos já sabemos, está presente na rede.
O caso CALA BOCA GALVÂO nos mostra importantes lições sobre comunicação empresarial e sobre a importância de se ter planos de comunicação em momentos de crise nas redes sociais. Mostra também que o efeito viral é muito poderoso, o que valoriza o marketing viral, mas que alerta para a necessidade de se trabalhar ações virais muito bem planejadas, para evitar que o tiro saia pela culatra.
Em tempos de eleições e campanha política, o CALA BOCA GALVÃO reforça uma das frases que digo em todos os meus seminários: nenhum candidato vai ganhar as eleições por causa de Internet, mas muitas vão perder por causa dela.
Em tempo de negócios globalizados, o CALA BOCA GALVÃO reforça outra frase que repito sempre quando falo de marketing digital: Aja agora, porque amanhã é tarde.
Fonte: imasters.com.br
Além disso, a matéria apresenta fatos interessantes sobre a ferramenta :
O Twitter já é a segunda maior rede social do planeta.
O Twitter já tem 150 milhões de usuários, e 190 milhões de visitas únicas por mês.
Todos os dias são 65 milhões de mensagens via Twitter.
Todos os dias são feitas 600 milhões de buscas no Twitter.
No Brasil o Twitter é a segunda maior rede social com 11 milhões de visitantes únicos, perdendo só para o Orkut.
Durante o sucesso do CALA BOCA GALVÃO, alguns dos meus seguidores no Twitter (@oclaudiotorres) pediram que eu comentasse sobre o assunto, e outros afirmaram que seria o Case do Ano em Marketing Viral.
Como sempre faço, decidi esperar um pouco para entender melhor o que de fato estaria acontecendo, para depois escrever um artigo mais relevante para meus leitores, com uma análise mais coerente.
Primeiro é preciso que se diga que a frase original Cala a boca, Galvão foi criada pelo Macaco Simão, do brilhante José Simão, que dispensa apresentações. Portanto já era um hit na comunicação jornalística e na boca do povo. Segundo é preciso ponderar que não houve um primeiro emissor, ou um gênio por trás da ação. Foi simplesmente a abertura da Copa do Mundo e, consequentemente, o início dos comentários do locutor da Globo Galvão Bueno, que dispararam a frase, e sua consequente repercussão no Twitter, por milhares de Internautas. Ao que me consta, foi no dia 10/06, o dia da abertura oficial da Copa do Mundo, que a frase CALA BOCA GALVÃO apareceu pela primeira vez no Trend Topics (lista do Twitter com os assuntos mais comentados).
Como já aconteceu, e vem acontecendo todos os dias, alguma frase sempre acaba no Trend Topics. O que de fato gerou a explosão, e o interesse mundial, é que em função da gigantesca audiência da Copa do Mundo e, particularmente, o imenso interesse dos brasileiros pelo futebol, fizeram que a frase aparece-se não no TTBr (o Trend Topics que mede só os assuntos discutidos no Brasil), mas no Trend Topics geral do Twitter. Imagine os americanos, lendo uma frase incompreensível em Inglês, aparecendo no Trend Topics no dia da abertura do Mundial.
É óbvio que a curiosidade sobre o significado da frase foi o motivo que levou os Twiteiros de todo mundo, e a imprensa americana, a se interessar pelo nosso CALA BOCA GALVÃO. A grande explosão ocorreu no dia 11 quando o Wall Street Journal publicou, em seu blog, matéria sobre o tema e o significado da frase.
Depois disso, um publicitário brasileiro, que ao que me consta mora nos Estados Unidos, postou o famoso vídeo no YouTube, com a campanha em defesa do pássaro Galvão, uma das explicações dadas de brincadeira pelos brasileiros para os americanos.
Mais uma vez, no dia 15, a frase CALA BOCA GALVÃO vai para o Trend Topics do Twitter, por causa da matéria publica pelo The New York Times explicando toda a história.
Assim, olhando toda a história, posso realmente comentar o que aprendemos com o CALA BOCA GALVÃO, em particular do ponto de vista do marketing digital, do uso da Internet para os negócios.
Em primeiro lugar, é fato notório, comprovado mais uma vez neste caso, que a impressa está ligada no Twitter de forma irreversível, e que assuntos que aparecem com relevância na rede passam a pautar muito jornais importantes. Isso mostra que o Twitter pode ser uma ferramenta de comunicação empresarial muito eficiente, principalmente se associada a um blog, o que dá mais profundidade aos textos. Os jornalistas estão, cada dia mais, ligados à Internet e ao Twitter, e a ferramenta passou a ser fundamental na assessoria de comunicação e nas relações públicas.
Em segundo lugar, o caso mostra a importância de estar monitorando as mídias sociais, e a repercussão que um ataque à sua marca ou a um candidato a eleição, pode atingir na rede. Não se trata de patrulhamento, mas da constatação que a Internet pode prejudicar uma marca, um produto ou uma pessoa em escala planetária, sem que ela sequer esteja presente na rede. Note que o Galvão Bueno não é um usuário intensivo das redes sociais, e que não houve nenhuma frase, comentário, post ou ação nas mídias sociais que gerasse o efeito indesejado do CALA BOCA GALVÃO. Foi uma ação espontânea de Internautas que estavam cansados do seu estilo de locução. Assim, estar presente nas mídias sociais e ficar atento aos ataques a sua marca ou nome é uma atividade prioritária para qualquer negócio, mesmo para um gigante das comunicações como a Rede Globo, ou uma figura popular como o locutor Galvão Bueno.
Em último lugar, cabe dizer que não se trata de marketing viral. É, sim, um bom exemplo sociológico sobre o efeito viral da rede. Mas não é marketing viral. É importante que as pessoas separem a comunicação na Internet, como um fenômeno social, do marketing digital, uma parte dessa comunicação voltada a produzir efeitos positivos nos negócios, nas marcas e nos produtos. Para ser marketing viral, deve haver uma mensagem que traga benefício à marca. Para isso, é preciso planejamento, difusão, controle e principalmente resultados. O caso do CALA BOCA GALVÃO não foi criado por alguém, nem planejado, e nem beneficia nenhuma marca. Ele tem na verdade um ataque a imagem do locutor Galvão Bueno, mas que pode ser considerada quase neutra, já que apenas mostra que alguns gostam dele e outros não, coisa comum em figuras de grande exposição na mídia. Criar uma grande barulho na rede através do efeito viral, não é marketing viral, mas somente uma constatação do efeito viral que, como todos já sabemos, está presente na rede.
O caso CALA BOCA GALVÂO nos mostra importantes lições sobre comunicação empresarial e sobre a importância de se ter planos de comunicação em momentos de crise nas redes sociais. Mostra também que o efeito viral é muito poderoso, o que valoriza o marketing viral, mas que alerta para a necessidade de se trabalhar ações virais muito bem planejadas, para evitar que o tiro saia pela culatra.
Em tempos de eleições e campanha política, o CALA BOCA GALVÃO reforça uma das frases que digo em todos os meus seminários: nenhum candidato vai ganhar as eleições por causa de Internet, mas muitas vão perder por causa dela.
Em tempo de negócios globalizados, o CALA BOCA GALVÃO reforça outra frase que repito sempre quando falo de marketing digital: Aja agora, porque amanhã é tarde.
Fonte: imasters.com.br
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domingo, 27 de junho de 2010
sábado, 26 de junho de 2010
Como Ser Eficiente Em Links Patrocinados
Se você faz campanhas de links patrocinados para sua empresa, seja qual for o site (Google, Yahoo!, MSN Bing, Uol, etc.), em algum momento vai enfrentar a seguinte situação, se é que já não está passando por isso: depois de um período de crescimento, os resultados vão estacionar ou mesmo cair. Para impulsionar novamente os cliques, você vai aumentar o orçamento, até chegar ao ponto de questionar se o investimento está valendo a pena.
Esta situação é mais comum e não significa que sua campanha chegou ao limite. Mostra apenas que você está entrando em uma nova fase, que exigirá mais conhecimento sobre como funciona essa ferramenta de publicidade online. Sim porque, por trás da facilidade com que se pode criar um anúncio e imediatamente colocá-lo no ar, existe uma infinidade de detalhes, nuances e variações que determinam o seu sucesso.
Não é intenção aqui entrar nestes pormenores (há uma diversidade de cursos, treinamentos e tutoriais especializados, e o próprio Google fornece inclusive certificações técnicas para quem quiser se aprofundar), mas apresentar algumas orientações fundamentais para ajudar você a aumentar a eficiência dos anúncios e campanhas, gerando resultados sem necessariamente elevar o orçamento. Os pontos básicos para planejar as campanhas são:
Momento de compra do cliente
A internet é uma das únicas mídias que possibilitam realizar todo o processo de compra em um único meio: “descobrir” uma loja, produto ou serviço; pesquisar informações e detalhes, comparar as diversas opções existentes e efetivamente comprar. O segredo para aumentar a eficiência dos investimentos em links patrocinados é criar anúncios de encontro a cada um destes momentos.
Por exemplo, uma loja especializada em pesca pode fazer um anúncio com o título “equipamentos de pesca” para que as pessoas interessadas em pescaria descubram a sua loja em suas pesquisas na internet; criar um anúncio destacando “varas de pesca e molinetes” para chamar a atenção de quem já procura por estes equipamentos; um anúncio “molinetes marca XYZ, vários modelos” para os que estão pesquisando produtos, e “molinete marca XYZ, modelo A1 em 5x sem juros”, para quem já decidiu pela compra e busca quem ofereça melhores condições de pagamento.
Se você trabalha com e-commerce, o ideal é desenvolver campanhas abrangendo todas estas características. Se a sua empresa possui um site com perfil mais institucional é preciso descobrir o grau de interesse pelo seu produto/serviço nas pesquisas nos sites de busca para elaborar a campanha com o perfil correto. Uma forma de fazer isso é também criar campanhas focadas na descoberta, pesquisa, comparação e compra e monitorar quais geram maior retorno.
Tenha uma estratégia definida (tráfego x conversão)
Aumentar a eficiência das campanhas também depende de objetivos e estratégias bem definidos. Se você quer tornar sua empresa ou marca mais conhecida, destacar diferenciais, apresentar seus produtos ou prestar algum tipo de esclarecimento, o melhor é adotar uma estratégia para aumentar o tráfego, ou seja, a audiência do site. Nestes casos, opte pelos anúncios mais abrangentes (descoberta e pesquisa). Se o objetivo principal é gerar contatos ou vender (conversão), a estratégia é criar anúncios mais específicos (comparação e compra). Você pode adotar ou alternar as estratégias também de acordo com objetivos pontais, como o caso de uma campanha de esclarecimento ou uma promoção rápida.
Entenda o “Ad Rank”
O conceito foi criado pelo Google para administrar suas campanhas Adwords e é seguido, com diferentes termos e algumas variações, pelos outros sites que oferecem links patrocinados. Como o nome já diz, o Ad Rank é a forma de qualificar um anúncio de acordo com a relevância para quem consulta. Por esse motivo um anúncio com alto índice de relevância pode aparecer com mais destaque do que um anúncio com orçamento maior. Para que isso aconteça é preciso obedecer a três critérios:
Palavras-chave do anúncio tem de ter objetividade e estar diretamente relacionadas com a “página de destino”;
Página de destino (landing page): é a página específica do site para onde o anúncio está direcionado. Além do link, o Ad Rank leva em conta também se a página do site possui as mesmas palavras-chave do anúncio;
CTR (Click To Rate) é a principal referência para medir o sucesso de uma campanha e é obtida dividindo-se o número de cliques no anúncio pelo número de visualizações, vezes 100 (para quem gosta de matemática, CTR = Cliques / Impressões x 100). Por exemplo, se um anúncio obteve 1 clique e foi visualizado 100 vezes, o seu CTR é de 1%.Considera-se um bom resultado campanhas cuja taxa de CTR seja de pelo menos 3%
Esta situação é mais comum e não significa que sua campanha chegou ao limite. Mostra apenas que você está entrando em uma nova fase, que exigirá mais conhecimento sobre como funciona essa ferramenta de publicidade online. Sim porque, por trás da facilidade com que se pode criar um anúncio e imediatamente colocá-lo no ar, existe uma infinidade de detalhes, nuances e variações que determinam o seu sucesso.
Não é intenção aqui entrar nestes pormenores (há uma diversidade de cursos, treinamentos e tutoriais especializados, e o próprio Google fornece inclusive certificações técnicas para quem quiser se aprofundar), mas apresentar algumas orientações fundamentais para ajudar você a aumentar a eficiência dos anúncios e campanhas, gerando resultados sem necessariamente elevar o orçamento. Os pontos básicos para planejar as campanhas são:
Momento de compra do cliente
A internet é uma das únicas mídias que possibilitam realizar todo o processo de compra em um único meio: “descobrir” uma loja, produto ou serviço; pesquisar informações e detalhes, comparar as diversas opções existentes e efetivamente comprar. O segredo para aumentar a eficiência dos investimentos em links patrocinados é criar anúncios de encontro a cada um destes momentos.
Por exemplo, uma loja especializada em pesca pode fazer um anúncio com o título “equipamentos de pesca” para que as pessoas interessadas em pescaria descubram a sua loja em suas pesquisas na internet; criar um anúncio destacando “varas de pesca e molinetes” para chamar a atenção de quem já procura por estes equipamentos; um anúncio “molinetes marca XYZ, vários modelos” para os que estão pesquisando produtos, e “molinete marca XYZ, modelo A1 em 5x sem juros”, para quem já decidiu pela compra e busca quem ofereça melhores condições de pagamento.
Se você trabalha com e-commerce, o ideal é desenvolver campanhas abrangendo todas estas características. Se a sua empresa possui um site com perfil mais institucional é preciso descobrir o grau de interesse pelo seu produto/serviço nas pesquisas nos sites de busca para elaborar a campanha com o perfil correto. Uma forma de fazer isso é também criar campanhas focadas na descoberta, pesquisa, comparação e compra e monitorar quais geram maior retorno.
Tenha uma estratégia definida (tráfego x conversão)
Aumentar a eficiência das campanhas também depende de objetivos e estratégias bem definidos. Se você quer tornar sua empresa ou marca mais conhecida, destacar diferenciais, apresentar seus produtos ou prestar algum tipo de esclarecimento, o melhor é adotar uma estratégia para aumentar o tráfego, ou seja, a audiência do site. Nestes casos, opte pelos anúncios mais abrangentes (descoberta e pesquisa). Se o objetivo principal é gerar contatos ou vender (conversão), a estratégia é criar anúncios mais específicos (comparação e compra). Você pode adotar ou alternar as estratégias também de acordo com objetivos pontais, como o caso de uma campanha de esclarecimento ou uma promoção rápida.
Entenda o “Ad Rank”
O conceito foi criado pelo Google para administrar suas campanhas Adwords e é seguido, com diferentes termos e algumas variações, pelos outros sites que oferecem links patrocinados. Como o nome já diz, o Ad Rank é a forma de qualificar um anúncio de acordo com a relevância para quem consulta. Por esse motivo um anúncio com alto índice de relevância pode aparecer com mais destaque do que um anúncio com orçamento maior. Para que isso aconteça é preciso obedecer a três critérios:
Palavras-chave do anúncio tem de ter objetividade e estar diretamente relacionadas com a “página de destino”;
Página de destino (landing page): é a página específica do site para onde o anúncio está direcionado. Além do link, o Ad Rank leva em conta também se a página do site possui as mesmas palavras-chave do anúncio;
CTR (Click To Rate) é a principal referência para medir o sucesso de uma campanha e é obtida dividindo-se o número de cliques no anúncio pelo número de visualizações, vezes 100 (para quem gosta de matemática, CTR = Cliques / Impressões x 100). Por exemplo, se um anúncio obteve 1 clique e foi visualizado 100 vezes, o seu CTR é de 1%.Considera-se um bom resultado campanhas cuja taxa de CTR seja de pelo menos 3%
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MSN Bing,
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Yahoo
Blogger – As Vantagens do Patinho Feio Mais Popular de Todos
O Blogger (ou Blogspot) é uma das plataformas de blog mais populares do mundo. No entanto, ele é o patinho feio dessas mesmas plataformas, por duas razões.
Primeiro, porque ele é o patinho feio dos serviços Google. A empresa não dá a ele a mesma atenção e investimento que dá a outros serviços, como Gmail, Adwords e Adsense. Não existe um grande cuidado com as funcionalidades e o funcionamento do serviço, nem com a utilização dele.
Como consequência disso, o Blogger se tornou um lugar onde os spammers e os plagiadores tem via livre para fazer o que bem entenderem. O que nos leva à segunda razão para que ele seja o patinho feio das plataformas de blogs: o Blogger é visto como um lugar onde somente existem blogs ilegais, spammers e coisas do gênero.
Além disso, o Blogger é desprezado porque não oferece as mesmas ferramentas e funcionalidades do Wordpress.
Apesar disso tudo, ele continua sendo uma das plataformas mais populares. Porquê?
Porque o Blogger, se for bem usado, é um excelente lugar para quem está começando a blogar. Ele não oferece as mesmas possibilidades que o Wordpress, mas tampouco a mesma complexidade; é bem mais simples criar, customizar e manter um blog no Blogger, do que fazer o mesmo usando Wordpress.
E aqui devo fazer uma distinção: existem dois tipos de Wordpress. Um, é o Wordpress.com, que é uma plataforma de publicação semelhante ao Blogger; você se cadastra lá e cria seu blog em um endereço do tipo seublog.wordpress.com. O Blogger é melhor que esse tipo de Wordpress, pois oferece muito mais opções de customização; desde layout até inserção de anúncios.
O outro tipo de Wordpress é o “hosted”, que você instala no seu servidor. Este Wordpress é o que oferece bem mais funcionalidades que o Blogger, mas também é bem mais complexo, tanto na instalação como na manutenção.
Algumas das Vantagens do Blogger
É grátis;
Você cria seu blog em 3 passos simples;
Não é necessário se preocupar com excesso de banda ou de uso de servidor;
A curva de aprendizado para utilizar o sistema é pequena;
Sistema de widgets, que permite administrar facilmente os elementos do blog (sidebar, cabeçalho, rodapé);
Ele permite que você receba por email todos os seus posts e comentários;
Ao contrário do Wordpress.com, ele permite livre customização do layout e inserção de anúncios publicitários.
Novas Funcionalidades e Melhorias
Apesar de ainda não receber os mesmos cuidados que outros serviços Google, de uns tempos para cá o Blogger está sendo constantemente melhorado, com novas funcionalidades adicionadas. Algumas delas são:
Categorias (por incrível que pareça, elas apareceram recém em 2006);
Possibilidade de adicionar um domínio próprio;
A opção de baixar o blog em formato XML, o que facilita o backup e a migração do blog;
Comentários inline (na mesma página do post);
Anúncios Adsense dentro do post;
Integração com o Feedburner;
Integração com Google Docs e Google Gadgets;
Integração com o Picasa;
Possibilidade de agendar posts para publicação futura.
Essas não são listas exaustivas, existem muitas outras funcionalidades; mas seria impossível listá-las todas aqui. Além disso, há centenas de layouts diferentes disponíveis na web, para customizar facilmente o visual do seu blog.
O Que Ainda Falta
Uma das grandes ausências na lista de funcionalidades, são os trackbacks e pingbacks. Infelizmente, não há previsão de que eles sejam adicionados ao Blogger.
Também seria bacana contar com a facilidade dos plugins, mas devido ás limitações do sistema usado pelo Blogger (XHTML), não creio que veremos algo assim tão cedo.
No entanto, existem vários hacks que podem ser usados; e embora eles não sejam tão práticos e simples como os plugins, suprem várias carências nessa área. A comunidade de usuários e desenvolvedores do Blogger é bastante ativa (até mesmo mais ativa do que o próprio time do Blogger) e está constantemente criando e disponibilizando novos hacks, tutoriais e widgets.
Uma Visão Equilibrada
Muita gente acha que o Blogger é uma bela porcaria, uma terra de ninguém, uma ferramenta inútil. Outros gostam tanto dele que acham que ele é a melhor plataforma de blogs ever, que ele é perfeito e não fica a dever nada ao Wordpress.
As duas coisas são exageros. O Blogger tem vantagens e desvantagens, fortalezas e fraquezas, qualidades e defeitos. Encarando a questão com realismo e equilíbrio, você verá que a utilidade dele depende de seus objetivos, de suas expectativas e de seu conhecimento.
E sem dúvida, para quem está começando, o Blogger é a melhor opção. Em qualquer dos casos, depende de você: basta saber usá-lo.
Primeiro, porque ele é o patinho feio dos serviços Google. A empresa não dá a ele a mesma atenção e investimento que dá a outros serviços, como Gmail, Adwords e Adsense. Não existe um grande cuidado com as funcionalidades e o funcionamento do serviço, nem com a utilização dele.
Como consequência disso, o Blogger se tornou um lugar onde os spammers e os plagiadores tem via livre para fazer o que bem entenderem. O que nos leva à segunda razão para que ele seja o patinho feio das plataformas de blogs: o Blogger é visto como um lugar onde somente existem blogs ilegais, spammers e coisas do gênero.
Além disso, o Blogger é desprezado porque não oferece as mesmas ferramentas e funcionalidades do Wordpress.
Apesar disso tudo, ele continua sendo uma das plataformas mais populares. Porquê?
Porque o Blogger, se for bem usado, é um excelente lugar para quem está começando a blogar. Ele não oferece as mesmas possibilidades que o Wordpress, mas tampouco a mesma complexidade; é bem mais simples criar, customizar e manter um blog no Blogger, do que fazer o mesmo usando Wordpress.
E aqui devo fazer uma distinção: existem dois tipos de Wordpress. Um, é o Wordpress.com, que é uma plataforma de publicação semelhante ao Blogger; você se cadastra lá e cria seu blog em um endereço do tipo seublog.wordpress.com. O Blogger é melhor que esse tipo de Wordpress, pois oferece muito mais opções de customização; desde layout até inserção de anúncios.
O outro tipo de Wordpress é o “hosted”, que você instala no seu servidor. Este Wordpress é o que oferece bem mais funcionalidades que o Blogger, mas também é bem mais complexo, tanto na instalação como na manutenção.
Algumas das Vantagens do Blogger
É grátis;
Você cria seu blog em 3 passos simples;
Não é necessário se preocupar com excesso de banda ou de uso de servidor;
A curva de aprendizado para utilizar o sistema é pequena;
Sistema de widgets, que permite administrar facilmente os elementos do blog (sidebar, cabeçalho, rodapé);
Ele permite que você receba por email todos os seus posts e comentários;
Ao contrário do Wordpress.com, ele permite livre customização do layout e inserção de anúncios publicitários.
Novas Funcionalidades e Melhorias
Apesar de ainda não receber os mesmos cuidados que outros serviços Google, de uns tempos para cá o Blogger está sendo constantemente melhorado, com novas funcionalidades adicionadas. Algumas delas são:
Categorias (por incrível que pareça, elas apareceram recém em 2006);
Possibilidade de adicionar um domínio próprio;
A opção de baixar o blog em formato XML, o que facilita o backup e a migração do blog;
Comentários inline (na mesma página do post);
Anúncios Adsense dentro do post;
Integração com o Feedburner;
Integração com Google Docs e Google Gadgets;
Integração com o Picasa;
Possibilidade de agendar posts para publicação futura.
Essas não são listas exaustivas, existem muitas outras funcionalidades; mas seria impossível listá-las todas aqui. Além disso, há centenas de layouts diferentes disponíveis na web, para customizar facilmente o visual do seu blog.
O Que Ainda Falta
Uma das grandes ausências na lista de funcionalidades, são os trackbacks e pingbacks. Infelizmente, não há previsão de que eles sejam adicionados ao Blogger.
Também seria bacana contar com a facilidade dos plugins, mas devido ás limitações do sistema usado pelo Blogger (XHTML), não creio que veremos algo assim tão cedo.
No entanto, existem vários hacks que podem ser usados; e embora eles não sejam tão práticos e simples como os plugins, suprem várias carências nessa área. A comunidade de usuários e desenvolvedores do Blogger é bastante ativa (até mesmo mais ativa do que o próprio time do Blogger) e está constantemente criando e disponibilizando novos hacks, tutoriais e widgets.
Uma Visão Equilibrada
Muita gente acha que o Blogger é uma bela porcaria, uma terra de ninguém, uma ferramenta inútil. Outros gostam tanto dele que acham que ele é a melhor plataforma de blogs ever, que ele é perfeito e não fica a dever nada ao Wordpress.
As duas coisas são exageros. O Blogger tem vantagens e desvantagens, fortalezas e fraquezas, qualidades e defeitos. Encarando a questão com realismo e equilíbrio, você verá que a utilidade dele depende de seus objetivos, de suas expectativas e de seu conhecimento.
E sem dúvida, para quem está começando, o Blogger é a melhor opção. Em qualquer dos casos, depende de você: basta saber usá-lo.
terça-feira, 8 de junho de 2010
E-commerce sem planejamento quebra PMEs
Pequenos e médios empreendedores acham que basta abrir um site na internet e começar a vender como se fosse uma loja física. Muitos quebram e desistem do negócio porque não sabem se adequar ao comércio eletrônico.
Em 2009, o e-commerce brasileiro somou um faturamento de R$ 10,5 bilhões, sendo R$ 1,6 bilhão contabilizado apenas no período do Natal.
De olho nesses dados, empresas se movimentam e investem cada vez mais neste oceano de oportunidades proporcionado pelos recursos da venda online.
Ter uma loja virtual não é a mesma coisa que manter uma loja física, ainda mais em tempos onde a mudança é mais rápida que no “mundo real”.
Diversos pequenos varejistas virtuais quebram logo no início do negócio. O que devemos fazer para mudar esse cenário?
O primeiro passo é o planejamento, treinamento e capacitação, enriquecido de pesquisas de mercado, análise de concorrência e planos de expansão alinhados com metas bem definidas, além de muito, muito trabalho e dedicação.
Alguns dos fatores que contribuem para os problemas vivenciados no e-commerce são:
* Ideia de que o negócio virtual é mais barato por conta da falta de um plano de marketing sem pesquisas fundamentadas com profissionais do mercado;
* Investimento em plataformas de tecnologia de baixa qualidade pelo preço;
* Pouca análise de concorrência e falta de pesquisa sobre a viabilidade de venda pela web de determinada linha de produtos. As perguntas aqui são: Esse produto vai vender na web? Este produto já está saturado na web?
* Mesmo que a resposta seja não, o produto é próprio para venda na internet?
* Atendimento falho, o que contribui para insatisfação de clientes que acabam não sendo fidelizados;
* Falta de conhecimento e profissionalismo para atuar com a internet.
Confira agora os principais pontos que suprem os desafios a serem superados, mencionados nos itens anteriores.
Marketing digital e redes sociais no e-commerce
O plano de marketing deve ser muito bem definido e com grande parte de seu investimento voltado às mídias digitais e sociais, principalmente quando a marca ainda não é fortemente conhecida entre os consumidores.
Aproveite o cliente quando ele está perto do momento de decisão de compra.
Os mecanismos de busca e sites comparadores de preços estão no topo do ranking. Em seguida, boas ações de email marketing, personalizadas e segmentadas, contribuem para maior taxa de conversão em vendas no e-commerce.
Porém, isso não é regra, há uma necessidade eminente de testar qual ou quais ferramentas de marketing digital são mais adequadas à realidade de cada e-commerce e, a partir daí, então aplicar o que traz mais ROI.
Nesse caso, também é preciso contar com a ajuda de profissionais da área para que todo investimento não seja em vão. Ele pode criar ações ainda mais inteligentes para conseguir o melhor retorno sobre o investimento e, não se esqueça, na internet tudo pode ser mensurado.
Tecnologia adequada ao e-commerce
Em relação ao investimento em tecnologias de e-commerce, mesmo no início, pense em ferramentas que, acima de tudo, sejam completas, mesmo que o valor seja superior.
Verifique se ela possui hoje todas as funcionalidades que seu negócio demanda. Se baseie em modelos de e-commerce que atuam no mesmo mercado que o seu e já possuem sistemas adequados para o giro do negócio.
A plataforma deve estar preparada para integrar-se com ferramentas de análise de resultados na web, como o Google Analytics, por exemplo.
Concorrência, atendimento e fidelização no e-commerce
Na análise de concorrência, veja como as lojas virtuais do mesmo segmento se comportam fora do país, faça pesquisas em sites internacionais.
Para fidelizar o cliente, o atendimento é um dos fatores fundamentais. A partir dessa conquista, a probabilidade de viralização (boca a boca) aumenta consideravelmente.
O ideal é igualar o atendimento de excelência baseado nos grandes lojistas virtuais. Se a estrutura de atendimento for pequena no início, gerencie a expectativa de seu cliente.
Se você já possui um negócio no ambiente físico e quer abrir um portal de e-commerce com o mesmo business da loja física, tem tudo da mão: a garantia de que seus fieis clientes e a sabedoria de como ter e manter um empreendimento.
Estamos vivendo um momento de migração de compras do mundo físico ao digital. Como cliente, você certamente, ao decidir comprar pelo e-commerce, vai querer adquirir um produto, cuja marca já conhece no ambiente offline.
Antes de tomar qualquer decisão relacionada à abertura de uma empresa no e-commerce ou mesmo tomar novas atitudes para alavancar as vendas de quem está presente na internet, é essencial conversar com pessoas experientes do mercado, seja com uma consultoria ou contratação.
O e-commerce exige tecnologia, agilidade, inovação, parcerias diferenciadas e acompanhamento do perfil do target. O empreendedor precisa de ajuda profissional para não errar no começo do e-commerce.
Em 2009, o e-commerce brasileiro somou um faturamento de R$ 10,5 bilhões, sendo R$ 1,6 bilhão contabilizado apenas no período do Natal.
De olho nesses dados, empresas se movimentam e investem cada vez mais neste oceano de oportunidades proporcionado pelos recursos da venda online.
Ter uma loja virtual não é a mesma coisa que manter uma loja física, ainda mais em tempos onde a mudança é mais rápida que no “mundo real”.
Diversos pequenos varejistas virtuais quebram logo no início do negócio. O que devemos fazer para mudar esse cenário?
O primeiro passo é o planejamento, treinamento e capacitação, enriquecido de pesquisas de mercado, análise de concorrência e planos de expansão alinhados com metas bem definidas, além de muito, muito trabalho e dedicação.
Alguns dos fatores que contribuem para os problemas vivenciados no e-commerce são:
* Ideia de que o negócio virtual é mais barato por conta da falta de um plano de marketing sem pesquisas fundamentadas com profissionais do mercado;
* Investimento em plataformas de tecnologia de baixa qualidade pelo preço;
* Pouca análise de concorrência e falta de pesquisa sobre a viabilidade de venda pela web de determinada linha de produtos. As perguntas aqui são: Esse produto vai vender na web? Este produto já está saturado na web?
* Mesmo que a resposta seja não, o produto é próprio para venda na internet?
* Atendimento falho, o que contribui para insatisfação de clientes que acabam não sendo fidelizados;
* Falta de conhecimento e profissionalismo para atuar com a internet.
Confira agora os principais pontos que suprem os desafios a serem superados, mencionados nos itens anteriores.
Marketing digital e redes sociais no e-commerce
O plano de marketing deve ser muito bem definido e com grande parte de seu investimento voltado às mídias digitais e sociais, principalmente quando a marca ainda não é fortemente conhecida entre os consumidores.
Aproveite o cliente quando ele está perto do momento de decisão de compra.
Os mecanismos de busca e sites comparadores de preços estão no topo do ranking. Em seguida, boas ações de email marketing, personalizadas e segmentadas, contribuem para maior taxa de conversão em vendas no e-commerce.
Porém, isso não é regra, há uma necessidade eminente de testar qual ou quais ferramentas de marketing digital são mais adequadas à realidade de cada e-commerce e, a partir daí, então aplicar o que traz mais ROI.
Nesse caso, também é preciso contar com a ajuda de profissionais da área para que todo investimento não seja em vão. Ele pode criar ações ainda mais inteligentes para conseguir o melhor retorno sobre o investimento e, não se esqueça, na internet tudo pode ser mensurado.
Tecnologia adequada ao e-commerce
Em relação ao investimento em tecnologias de e-commerce, mesmo no início, pense em ferramentas que, acima de tudo, sejam completas, mesmo que o valor seja superior.
Verifique se ela possui hoje todas as funcionalidades que seu negócio demanda. Se baseie em modelos de e-commerce que atuam no mesmo mercado que o seu e já possuem sistemas adequados para o giro do negócio.
A plataforma deve estar preparada para integrar-se com ferramentas de análise de resultados na web, como o Google Analytics, por exemplo.
Concorrência, atendimento e fidelização no e-commerce
Na análise de concorrência, veja como as lojas virtuais do mesmo segmento se comportam fora do país, faça pesquisas em sites internacionais.
Para fidelizar o cliente, o atendimento é um dos fatores fundamentais. A partir dessa conquista, a probabilidade de viralização (boca a boca) aumenta consideravelmente.
O ideal é igualar o atendimento de excelência baseado nos grandes lojistas virtuais. Se a estrutura de atendimento for pequena no início, gerencie a expectativa de seu cliente.
Se você já possui um negócio no ambiente físico e quer abrir um portal de e-commerce com o mesmo business da loja física, tem tudo da mão: a garantia de que seus fieis clientes e a sabedoria de como ter e manter um empreendimento.
Estamos vivendo um momento de migração de compras do mundo físico ao digital. Como cliente, você certamente, ao decidir comprar pelo e-commerce, vai querer adquirir um produto, cuja marca já conhece no ambiente offline.
Antes de tomar qualquer decisão relacionada à abertura de uma empresa no e-commerce ou mesmo tomar novas atitudes para alavancar as vendas de quem está presente na internet, é essencial conversar com pessoas experientes do mercado, seja com uma consultoria ou contratação.
O e-commerce exige tecnologia, agilidade, inovação, parcerias diferenciadas e acompanhamento do perfil do target. O empreendedor precisa de ajuda profissional para não errar no começo do e-commerce.
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