terça-feira, 30 de setembro de 2008
Profissional de TI - um grande negócio
Temos uma grande quantidade de pessoas desempregadas ou no mercado informal. Há também aquelas pessoas empregadas mas descontentes por um salário baixo ou por uma colocação frustrante.
Contrapondo este cenário, existe no Brasil uma área que mostra um déficit de cerca de 100 mil profissionais capacitados para trabalhar. Estamos falando de Tecnologia da Informação (TI), que possui números impressionantes quando comparados a outros segmentos, tais como:
• 5,6 milhões de computadores vendidos no Brasil, somente no 1º semestre de 2008, segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica;
• O número de pessoas com acesso residencial à Internet no Brasil chegou a 23,7 milhões em julho, 3,5% superior ao apurado em junho de 2008 e 28% maior que os 18,5 milhões registrados em julho de 2007. Os dados são do Ibope/NetRatings;
• De acordo com o estudo da e.life, 74% dos blogueiros brasileiros têm menos de 25 anos, sendo que 47% têm menos de 18 anos e 27% estão na faixa etária entre 19 anos e 25 anos;
• No primeiro semestre de 2008, o comércio eletrônico faturou no Brasil R$ 3,8 bilhões, um número 45% superior ao obtido no mesmo período do ano passado. A quantidade de consumidores que compram pela rede também aumentou: está 42% maior se comparado a 2007, totalizando 11,5 milhões de pessoas. Os dados estão na 18º edição do Relatório WebShoppers, com apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico;
• Os investimentos dos bancos em Tecnologia da Informação (TI) têm aumentado, em média, três vezes mais que o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. O aumento foi de 16% na comparação dos investimentos de 2006 (R$ 5,3 bilhões) com os de 2007 (R$ 6,2 bilhões). O estudo foi divulgado pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos).
• 10 milhões de conexões representam um crescimento de 48% em relação ao primeiro semestre de 2007. O país alcançou em junho de 2008 o número de conexões de banda larga esperado inicialmente só para 2010, segundo o IDC.
Esses são dados de um mercado em expansão, uma área que vai crescer ainda mais, principalmente por se tratar de um mercado jovem que precisa de maturação. Dentro desta grande área de TI, encontramos diversas sub-áreas que possuem especializações, certificações e formações específicas que podem ser seguidas. Dentre elas, podemos destacar: segurança da informação, redes de computadores, administração de banco de dados, análise e desenvolvimento de sistemas, entretenimento, desenvolvimento Web, consultor de tecnologia, suporte, etc.
Outro dado importante a ressaltar é que a taxa de desemprego nesta área é de apenas 1% entre os pós-graduados e 2% entre os que só fizeram faculdade. Cada vez que uma pessoa completa uma etapa de estudo, sua remuneração aumenta cerca de 30%, sendo que o maior salto se dá com o diploma de um curso superior. Além disto, temos neste setor uma média salarial que ultrapassa os R$ 3.000,00 mensais, considerada muito alta em relação à média brasileira. Um estagiário da área inicia a carreira com R$ 800,00, em média, e chega até a R$ 1.800 mensais.
Analisando todo esse cenário, podemos concluir que o investimento na carreira de TI é altamente promissor e rentável. Investindo em um curso superior, que pode ser de quatro ou de dois anos, o profissional pode alcançar uma renda satisfatória em um ou dois anos, chegando a um cargo de superior, como analista ou desenvolvedor, recebendo em média R$ 5 mil mensais.
Fonte: itweb.com.br
sábado, 27 de setembro de 2008
A internet, cinco décadas
O canal Discovery Channel apresenta uma linha do tempo com os principais fatos e homens que tornaram possível a rede global.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Segredo do bom relacionamento com clientes está nos detalhes
Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de hoje. Milhões são gastos em planos mirabolantes de marketing para manter um discurso aberto com o cliente e um bom relacionamento, no entanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito e desconfiado. Empresas adéquam produtos, planejam programas de qualidade, produtividade, certificação ISO 9.001 e 14.000, muda-se layout das lojas, pintam-se prateleiras, entre muitas outras coisas. Mas as empresas deixam brechas e enfrentam problemas ao cumprir acordos de entrega em datas certas e, especialmente das pessoas, ou seja, o valor das pequenas coisas conta e muito para o cliente. Os segredos do relacionamento com os clientes incluem fazer com que eles percebam que são parceiros importantes!
De fato, há enormes diferenças entre as condições necessárias e suficientes para determinar o nível ótimo dos relacionamentos e o que se espera deles. Sem a pretensão de esgotarmos o assunto, consideremos três exemplos ilustrativos de negócios e de expectativas: a compra de um automóvel de luxo para cliente de classe de renda alta, a negociação com a clinica sobre uma cirurgia plástica e, por fim, o atendimento em um restaurante.
Na compra de um automóvel de luxo, presume-se que o cliente, com nível de renda alta, deseja tecnologia avançada, conforto, bom desempenho do motor, aparência moderna, cor elegante, razoável consumo de combustível, boas garantias e preço negociável. A recomendação inclui um bom vendedor ou vendedora, que tenham ótimo conhecimento do veículo, podendo responder a todas perguntas técnicas e que demonstrem os instrumentos e novidades do carro. Sua disposição para um “test-drive” deverá ser evidenciada e é desejável que tenha autoridade e autonomia para negociar preço e condições. Adicionalmente, o vendedor precisa ter habilidade para situar o nível em que a conversa deverá se processar, sem intimidades ou distância que transmita desinteresse. Feita a venda, as boas práticas de CRM indicam que a empresa vendedora procure conhecer os dados do cliente para contatos futuros.
No caso de negociação de uma clínica, como uma paciente que deseja realizar uma cirurgia plástica embelezadora, o atendimento precisa ser feito por atendente especialmente treinada para considerar os aspectos psicológicos do caso, utilizando recomendações específicas para a preparação da paciente antes da cirurgia e detalhes sobre o período pós-cirurgia. Quando necessário, o próprio cirurgião informará à paciente sobre todos esses aspectos e quanto ao custo dos procedimentos. Os riscos de uma cirurgia desse tipo precisam ser explicados em detalhes. Atualmente, temos visto anúncios em revistas, TV’s e outdoors que vulgarizam as cirurgias plásticas ou o uso de produtos e massagens corretivas, tornando esta área alvo de críticas por lembrar a mercantilização da saúde e até charlatanismo. Também nessa área tem havido muitas reclamações de pacientes insatisfeitas com os resultado e o atendimento no pós-operatório.
Finalmente, em nosso último exemplo, o atendimento em um restaurante. Há implicações desde o atendimento, quando da chegada dos clientes, com ou sem carro, estacionamento, às reservas de lugares e espera na ante-sala ou no bar, com os respectivos serviços. Cortesia, simpatia, pronto atendimento, instalações adequadas, variedade e disponibilidade de alimentos e bebidas são itens importantes. Atualmente, um dos aspectos mais discutidos é a manutenção de áreas para fumantes separadas e fechadas. O hábito de fumar tornou-se um ato anti-social em quase todos os países, havendo até proibição de fumar por lei, como no Uruguai, em qualquer lugar público e, no Brasil, em ambientes fechados.
Hotel Venetia
Há um caso famoso, uma das melhores histórias sobre atendimento, que conhecemos. Um homem está dirigindo há horas e, cansado da estrada, decidiu procurar uma pousada ou hotel para descansar e dormir. Avistou um luminoso com o nome Hotel Venetia. Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente: “Bem-vindo ao Venetia!”. Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos, tudo muito rápido e prático.
No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição alinhada sobre a lareira, para ser riscado. Era demais! Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite, começou a pensar que estava com sorte. Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro).
A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado naquele local até então. Retornou ao quarto. Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira. Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um. Que noite agradável aquela! Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar, vindo da copa do apartamento e descobriu uma cafeteira ligada por um timer automático, seu café e, junto um cartão que dizia: "Sua marca predileta de café. Bom apetite!" Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe.
De repente, lembrou-se: no jantar lhe perguntaram qual a sua marca preferida de café. Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal. "Mas, como pode? É o meu jornal! Como eles adivinharam?” Mais uma vez, lembrou-se de quando se registrou a recepcionista lhe perguntara qual seu jornal preferido. O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor. Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial? Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal!
Enfim, pensar no outro como ser humano é sempre uma satisfação para quem doa e para quem recebe. A verdadeira felicidade está nos gestos mais simples de nosso dia-a-dia que na maioria das vezes passam despercebidos.
Fonte: Administradores.com
sábado, 20 de setembro de 2008
Conteúdo e credibilidade garantem o sucesso de blogs
No primeiro dia do evento, alguns palestrantes já anteciparam tópicos que serão discutidos durante o evento: como direcionar mais tráfego para o seu site, como conquistar fãs, como ganhar credibilidade e respeito e, principalmente, como lançar você mesmo como uma marca.
Todos os palestrantes são unânimes ao dizer que, apesar das facilidades que o computador e a Internet proporcionam, o mais importante é interagir com as pessoas e fazer parte de discussões, já que a sua marca é quem você é e como você pensa.
Todos os palestrantes são unânimes ao dizer que, apesar das facilidades que o computador e a Internet proporcionam, o mais importante é interagir com as pessoas e fazer parte de discussões, já que a sua marca é quem você é e como você pensa.
E os especialistas garantem: não é preciso contratar escritório de relações públicas ou assessoria de imprensa para que isto aconteça. É você quem deve realizar todo trabalho.
Fonte: Terra.com.br
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Falta de mão-de-obra qualificada traz profissionais aposentados de volta ao mundo corporativo
Realizada no primeiro semestre de 2008, a pesquisa considera a opinião de 179 profissionais de recursos humanos de companhias de pequeno, médio e grande porte, de capital nacional ou multinacional em operação no Brasil.
Segundo os dados colhidos, no passado recente, ao menos 33 gestores de recursos humanos tiveram de trazer de volta às suas empresas profissionais aposentados para fazer frente à falta de talentos com a qual lidavam.
Em cinco desses casos, os executivos retornaram para assumir posições estratégicas – entenda-se no Conselho de Administração ou no alto escalão das empresas. Nos 28 outros casos registrados, porém, os aposentados retornaram para posições operacionais para as quais não se localizava profissionais com igual expertise.
"Os números de executivos que são convidados a retornar para as empresas depois da aposentadoria ainda são modestos, mas sugerem que as empresas estão tendo que repensar suas políticas em relação aos profissionais de mais idade, por conta da necessidade crescente de profissionais que reúnam conhecimento técnico e experiência, que em muitos segmentos de mercado, estão em falta", explica Cláudio Garcia, presidente da DBM para o Brasil e América Latina.
"O aquecimento econômico fez o mercado brasileiro experimentar um novo contexto e muitas companhias, como reflexo, têm agora de repensar sua relação com seus profissionais", completa. Segundo a pesquisa, representantes de 82 empresas consideram que buscar profissionais aposentados para preencher vagas não foi ainda algo necessário em suas companhias, mas que a hipótese é uma solução passível de ser aplicada para que se faça frente à falta de talentos do mercado.
Dos 179 pesquisados, apenas 37 executivos de RH (ou 20,67% da base total) disseram que a solução não seria considerada legítima ou aplicável, por ir contra a cultura de suas empresas. Já 15,08% optaram por não responder a questão. "A motivação para isso é a falta de talentos – que, ao pressionar o mercado, contribui para a mudança de percepção", afirma Pedro Frascino, consultor da DBM e um dos responsáveis pela análise dos dados.
Segundo Frascino, vale considerar que é crescente o número de companhias que optam por convocar profissionais mais velhos para colaborar com sua gestão, porém, de maneira indireta: atuando como consultores. "Dessa maneira, os profissionais de mais idade voltam a colaborar para as companhias com suas experiências – um ativo excepcionalmente valioso no atual contexto", diz Frascino.
"É um fenômeno interessante e positivo. Ele possibilita aos profissionais seniores colaborar intensamente para a formação dos executivos mais novos, mas principalmente colabora para que os mais novos pensem também no seu futuro e na sua aposentadoria. É algo muito bom para as empresas, de modo geral", acrescenta o executivo.
Para ele, a perspectiva de vida vem crescendo e, por isso, é essencial que, o quanto antes, os executivos estejam preparados para se desligarem de suas companhias e invistam tempo para compreender quais são os seus interesses e motivadores pessoais e o que querem deixar como legado pessoal para o mundo.
Fonte: Convergência Digital
Administração, a ciência do presente e do futuro
Eles têm razão.
Atualmente temos que preparar nossas empresas e nossos colaboradores para estarem aptos a usar tecnologias que ainda nem foram inventadas, para resolver problemas que ainda não sabemos que serão problemas.
É estimado que 1,5 exabytes (1,5 x 10 elevado a 18) de informação nova serão gerados no mundo todo este ano. Isto é mais do que toda a informação gerada nos últimos cinco mil anos.
A quantidade de nova informação tecnológica dobra a cada dois anos.
A previsão é que se duplique a cada setenta e duas horas a quantidade de informação produzida no ano de 2010.
A terceira geração de fibra ótica foi recentemente testada pela NEC e Alcatel...
Isto permite que dez trilhões de bits por segundo sejam enviados por uma única fibra. Isto significa mil e novecentos CD`s ou cento e cinqüenta milhões de telefonemas simultâneos em cada segundo. Está atualmente triplicando a cada seis meses e espera-se que isto se repita para os próximos vinte anos.
Este tipo de constatação nos leva a fazer uma perguntinha intrigante:
Qual é a inovação mais importante nesta passagem de novo milênio ?
Os aviões a jato da Boeing, o papel adesivo Post It da 3M, o walkman da Sony, o computador de bolso da Hewlett-Packard, a invenção das eleições livres, a invenção do governo representativo, da propriedade privada, do dinheiro como mecanismo de trocas?
Definitivamente nenhuma delas!
Estas são inovações que criaram condições para o surgimento de outras inovações.
As inovações mais importantes não ocorreram no campo tecnológico, mas, no terreno das inovações sociais.
A invenção da Administração descentralizada feita por Alfred Sloan da General Motors na década de vinte, exerceu um efeito mais profundo, embora menos visível, sobre a sociedade do que a própria invenção do automóvel.
A Ford deu certo no início do século XX não por possuir o Modelo T, mas, por tentar uma maneira inteiramente nova de organização, a produção em massa e a linha de montagem.
Portanto...
A mais poderosa de todas as ferramentas é a organização humana e a
ADMINISTRAÇÃO
é a ciência imprescindível para planejar, dirigir controlar e coordenar esta organização.
Logo, a Administração é a maior e a mais importante inovação nesta passagem do novo milênio.
Neste dia do Administrador não poderia deixar de fazer uma homenagem a esta jovem ciência do presente e do futuro.
Parabéns administradores!
Fonte: Administradores.com.br
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Emprego dos sonhos
sábado, 6 de setembro de 2008
Em dez anos, Google passa de projeto universitário a gigante da web
Grupo cresceu 80 mil vezes, ehoje mira mercados da Microsoft e da Apple.
Vinte mil empregados. Valor de mercado de US$ 150 bilhões. Cerca de 650 milhões de clientes diários. Nada mau para uma empresa que nasceu há apenas dez anos como extensão de um projeto feito pelos estudantes universitários Sergey Brin e Larry Page, e que hoje já incomoda até grupos que também surgiram do nada para se transformarem em gigantes rapidamente, como Microsoft e Apple.
Dez anos depois de ser criado como alternativa aos sites de buscas Yahoo e AltaVista - no começo de setembro de 1998, em um dia que nem seus fundadores se lembram corretamente -, o Google é hoje a maior empresa da internet mundial, com participação relevante em serviços como e-mail, mapas, blogs e hospedagem de vídeos. Na década que se passou, o tamanho do Google se multiplicou 80 mil vezes (veja o gráfico abaixo).
Leia também:
Eleita a melhor empresa, Google também é abandonada por funcionários
Aos dez anos, Google encara desafio de expandir seu reinado na web
Curiosidades: primeiro computador do Google era feito de Lego
Brin e Page investiram, logo de cara, no desenvolvimento do que era sua maior vantagem em relação à concorrência no mercado de buscas: o algoritmo do Google, uma fórmula que unia a capacidade dos computadores de encontrarem conteúdo na internet à chamada "inteligência coletiva".
É uma tese simples. Se as pessoas que publicam conteúdo na web indicam um link para um determinado site sempre que citam, por exemplo, a palavra "parede", significa que aquela página deve estar entre os primeiros resultados quando alguém busca "parede" no Google.
A eficácia do algoritmo do Google fez com que o buscador fizesse sucesso até entre seus então concorrentes. Em 2000, o Yahoo anunciou que abandonaria seu método antigo de buscas, e passaria a oferecer a seus internatuas um sistema feito pelo Google. Um ano antes, a empresa de Page e Brin havia recebido seu primeiro aporte milionário de capital. Aos míseros US$ 100 mil investidos em 1998, juntaram-se US$ 25 milhões, vindos de um fundo de capitais.
Com a entrada de dinheiro, foi possível expandir a empresa e criar novos produtos. Um dos primeiros serviços a aumentarem o portfolio do Google foi o AdWords, plataforma de anúncios exibidos no buscador. Já como um dos sites mais consultados pelos internautas, a página de buscas se tornava um local atraente para anunciantes.
A partir de então, já em tempos da chamada "web 2.0" o Google passou a expandir sua participação em diferentes serviços da rede. Em 2002, surgiram o Froogle, para compras online, e o Google News, um agregador de notícias. Nenhum dos dois, no entanto, impressionou a concorrência.
Mas em 2004, o Gmail tornou-se febre por inovar no espaço de armazenamento para e-mails gratuitos: 1 GB, quinhentas vezes maior do que os 2 MB então oferecidos pelo Hotmail, da Microsoft. Depois, em 2005, surgiriam o Google Maps e o Google Earth, sistemas líderes em exibição de mapas e organização de conteúdo geoespacial.
O primeiro grande passo da gigante ocorreu no final de 2006, quando o Google pagou US$ 1,65 bilhão por um site de vídeos que já começava a mostrar a importância do conteúdo multimídia na rede: o YouTube. Para o Google, era um investimento em uma inovação. Para o resto do mercado, no entanto, soou como alerta, já que a empresa de Brin e Page já possuía um serviço semelhante para compartilhamento de vídeos, o Google Videos.
Os últimos passos foram dados nas semanas que antecederam o aniversário de dez anos. Primeiro surgiu a confirmação de que o primeiro celular baseado em software feito pelo Google, batizado de Android, será lançado em breve, na onda do sucesso do iPhone da Apple. Depois, a empresa anunciou o lançamento do Chrome, navegador para PCs que entra em um mercado dominado até pouco tempo pela Microsoft, mas já abalado pelo crescimento do browser independente Mozilla Firefox.
É tarde demais para o Google abocanhar clientes do celular da Apple e do navegador da Microsoft? Fazer antes da concorrência não parece ser a principal meta da empresa. Surgir 4 anos depois do Yahoo não impediu que o Google se transformasse no líder mundial em buscas.

Fonte: Globo.com
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
A História da Internet, Discovery Channel
No dia 11/09, às 23h, estréia “A Internet”. Um documentário mostrado pelo canal Discovery Channel que conta toda a história da internet, com seus gênios, grandes personagens e conflitos. Com depoimentos dos principais fundadores Google, eBay, Yahoo, Amazon, entre outros…
Já está disponível no site o primeiro episódio, publicado quarta-feira (03/09), a abertura da série é: “Dowload: The True Story oh the Internet”.
Gestores: Momento de aprender com a geração Y
Como diria Peter Drucker, "Nenhuma escolha será boa, se não soubermos quem somos". Esta é a frase que define a nova geração de profissionais, os chamados geração Y. Em sua maioria com menos de 30 anos, estes colaboradores são determinados e sabem exatamente o que querem. Acompanham as últimas novidades do mercado e estão alinhados à moda, tecnologia, comportamento e demais fatores que, unidos, compõem um profissional.
Mais do que novo comportamento ou tendência para as próximas gerações, a preocupação do momento é: como as empresas devem lidar com esta geração?
Esses profissionais estão sempre "contra o tempo". Buscam incessantemente atingir suas metas o mais rápido possível, porque querem conquistas. Muitas empresas podem enxergar com "maus olhos" o colaborador que muda de empresa quando insatisfeito sem se prender a qualquer receio ou compromisso e não aceitar de forma submissa as ordens de seus superiores.
Para eles, mais importante do que ficar 10 ou mais anos em uma mesma companhia, o valor está em suas conquistas. Eles são "descolados", irreverentes, cultos e têm respostas prontas a todo momento. Além disso, sabem exatamente o seu valor e preocupam-se com o futuro.
Será que as empresas estão prontas para eles, ou este novo modelo profissional poderá causar impacto?
O impacto certamente existirá, uma vez que veremos sair "de cena" o colaborador que simplesmente ia trabalhar, fazia o que lhe era determinado - sempre com receio de sugerir mudanças - e ficava em média 10 anos na empresa, acomodado, muitas vezes infeliz, mas na companhia por questões de "segurança" - pelo registro, estabilidade no trabalho ou questões financeiras.
Agora, o cenário é dos jovens empresários, ambiciosos, extremamente inteligentes e com a informação "na ponta da língua", em tempo real, graças à tecnologia com acesso irrestrito.
Está na hora de as companhias passarem a enxergar seu colaborador como pessoa. Eles têm vontades, opiniões e querem algo a mais do que salários e benefícios. É preciso saber ouvi-los para não perdê-los. O ambiente em que trabalham possui alta influência em suas escolhas. Se estão felizes e satisfeitos, certamente ficam. Mas se não gostam ou não concordam com determinada situação, nada os prende. Então, é a hora de agir para não perder talentos.
Estes profissionais, multitarefas, têm habilidade em se adaptar a novas funções, atividades e desafios. Aliás, eles adoram novos desafios. Talvez esta seja sua principal característica, já que rotina é algo fora de seu dicionário.
Vale a dica! Este é o momento certo para as empresas "aprenderem" com seus profissionais o valor das palavras "renovar" e "inovar". Talvez aquele conceito "engessado" de gestão, não seja o mais atrativo para o mercado, mas sim, aquele que acompanha o ritmo das mudanças e atua de acordo com cada novidade.
São gerações boomers, X, Y e tantas outras necessárias para o desenvolvimento do homem e de sua capacidade profissional.
Futuramente, veremos nossos filhos, netos, sobrinhos e quem quer que seja, em busca de sua realização profissional sem abrir mão do mais importante: sua opinião. É o momento de as empresas se renovarem com esta geração e definitivamente ver que mais importante do que conquistar o cliente, é conquistar dia após dia o seu colaborador. Este, sim, é quem forma a sua empresa.
Fonte: iMasters
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
O que são redes sociais? 58% não sabem
Segundo informações divulgadas no Mashable, uma pesquisa recente mostrou que 58% dos adultos não sabem o que significa "rede social".
A pesquisa, que abordou 13 mil pessoas em 17 países, também questionou se os usuários estariam perdendo interesse em redes sociais. De acordo com o relatório, 36% das pessoas no Japão, Eslováquia e Canadá disseram estar perdendo rapidamente o interesse. Nos EUA a situação piora, e os resultados negativos chegaram a 45%.
Mas existem boas notícias. O relatório mostrou apenas o perfil dos usuários entre 18-65 de idade, deixando de fora os adolescentes que compõem a grande parte da atual audiência das redes sociais - especialmente Facebook e MySpace. Segundo analistas, embora 58% não saibam o que são redes sociais, existem projeções positivas devido ao grande mercado inexplorado.
Enquanto nos EUA e no Reino Unido a presença de pessoas em redes sociais pode chegar a 30%, no Brasil, Rússia e México este mercado fica em menos de 10%, indicando potencial e oportunidade enorme para crescimento destas comunidades sociais.
Fonte: Google Discovery